quinta-feira, 12 de março de 2026

Estudo sobre polilaminina não foi publicado por revistas científicas ainda


 Revistas científicas que avaliaram o estudo sobre a polilaminina apontaram dois problemas principais para recusar a publicação do texto: divergências sobre a taxa de recuperação de pacientes usada como referência no trabalho e a ausência de registro prévio do ensaio clínico em um banco internacional de pesquisas.

A pesquisa ganhou repercussão após relatos de melhora em pacientes com lesão na medula espinhal e foi divulgada em 2024 como pré-print — uma versão preliminar de artigo científico que ainda não passou pelo processo formal de revisão por pares. Até agora, o trabalho não foi aceito por nenhum periódico científico.

A pesquisadora responsável pelo estudo, Tatiana Sampaio, afirmou que o texto será revisado após as críticas recebidas durante as tentativas de publicação. Segundo ela, a nova versão deve corrigir erros identificados no manuscrito e trazer explicações adicionais sobre pontos que foram questionados por editores e especialistas.

Via: Blog do Erbi

Câmara aprova uso imediato de tornozeleira eletrônica por agressor de mulher que permaneça em risco


 A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que permite ao juiz determinar ao agressor utilizar imediatamente tornozeleira eletrônica se verificar a existência de risco para a mulher em situação de violência doméstica e familiar. A proposta será enviada ao Senado.

De autoria dos deputados Marcos Tavares (PDT-RJ) e Fernanda Melchionna (Psol-RS), o Projeto de Lei 2942/24 foi aprovado nessa terça-feira (10) com substitutivo da relatora, deputada Delegada Ione (Avante-MG).

Segundo o texto, a medida poderá ser aplicada ainda pelo delegado de polícia em localidades que não são sede de comarca, ou seja, não têm juiz no local.

O risco a ser avaliado deve ser atual ou iminente à vida ou à integridade física ou psicológica da mulher ou de seus dependentes. Quando o aparelho for instalado por ordem do delegado, ele deverá comunicar o fato, em 24 horas, ao Ministério Público e ao juiz, que decidirá se mantém ou não a medida protetiva.

Atualmente, o afastamento imediato do lar é a única medida protetiva que o delegado pode adotar nessas localidades a fim de proteger a vítima.

Via: Blog do Erbi

Saiba quem é pastor do tráfico preso com maconha e armas

 

O pastor preso na manhã desta quarta-feira (11/3) por suspeita de traficar drogas na Vila São José, em Brazlândia (DF), foi identificado como Aristóteles Ricardo de Souza (foto em destaque).

De acordo com investigações da 18ª Delegacia de Polícia, o religioso vendia drogas na própria rua em que morava e também fornecia entorpecentes para pequenos traficantes de Brazlândia e da região da Praça do Bicalho, em Taguatinga.

Ele também pregava em uma igreja que fica a poucos metros de sua residência. O Metrópoles apurou que o homem teve uma empresa entre 2015 e 2021 cadastrada como comércio varejista de hortifrutigranjeiros na Vila São José. Com capital social de R$ 1,5 mil, a empresa foi fechada após omissão de declarações.

A prisão ocorreu durante o cumprimento de mandado de busca e apreensão na residência do investigado, na Quadra 57 da Vila São José. No local, os policiais localizaram diversas porções de maconha prontas para comercialização, além de dois revólveres sem registro.

Durante a ação, os policiais também apreenderam dois carros do suspeito, que, segundo as investigações, eram usados no tráfico: um Jeep Renegade e um Volkswagen Golf.

O suspeito já tinha antecedentes por tráfico de drogas, tendo sido preso em 2007, em Ceilândia, junto com o traficante Hélio Marques da Silva, líder da chamada “Quadrilha do Periquito”.

O suspeito foi autuado em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas e posse irregular de arma de fogo, permanecendo à disposição da Justiça.

A coluna não encontrou a defesa do pastor. O espaço segue aberto para possíveis posicionamentos.

Via: Metrópoles

Preso por estupro coletivo em Copacabana é denunciado por outra jovem por abuso em festa: “Forçou sexo oral”

 

Uma jovem, que hoje é maior de idade decidiu contar, pela primeira vez à polícia, o abuso que sofreu quando tinha 17 anos, cometido por Victor Hugo Oliveira Simonin, quando ela era colega no Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro (RJ) e disse que ele a forçou a fazer sexo oral durante festa.

Victor Hugo Oliveira Simonin é um dos quatro jovens presos por estuprar uma jovem de 17 anos, em um apartamento em Copacabana, na capital fluminense. De acordo com o g1, a menina apontou que estava beijando o agressor durante a festa, quando Victor tentou forçá-la a praticar sexo oral.

Ele pediu para eu fazer sexo oral nele. Eu disse que não ia fazer aquilo, muito menos ali”.

Mesmo com a recusa da jovem, ela apontou que Victor Hugo insistiu e começou a empurrar a cabeça dela para baixo. Novamente, ela recusou a atitude.

Enquanto a gente se beijava, ele começou a tentar empurrar minha cabeça para baixo. Eu falei: ‘Victor, eu não vou fazer isso aqui. E aí nisso, ele continuou”.

A situação piorou quando a jovem perdeu o equilíbrio após as suas pernas cederem. Ao cair, a jovem relatou que Victor Hugo continuava forçando a cabeça da jovem e que só conseguiu escapar da violência após um segurança aparecer.

Quando eu consegui finalmente levantar do chão, apareceu um segurança e foi quando eu consegui voltar para a festa. Eu acho que foi só quando o cara estourou que eu ouvi e eu falei: ‘tá’, realmente aquilo ali foi um estupro e eu preciso realmente falar sobre isso”.

A mulher conta que recebeu mensagens do menor apreendido depois do abuso, com um convite para ir a um apartamento, mas que recusou. Ela faz uma denúncia séria sobre uma suposta conivência do colégio sobre as atitudes de Victor Hugo. A jovem alegou que a instituição se omitiu do caso.

Eu sei que o colégio já sabia que eles não eram pessoas muito boas, porque eles já tiveram inúmeras suspensões, advertências, afastamento, troca de turno. Eu acho que todo mundo já imaginava em algum momento. Era só uma questão de quando ia acontecer”.

Em nota, o Colégio Pedro II afirmou que todas as denúncias são acolhidas e que medidas cabíveis são adotadas. Sobre o estupro coletivo de Copacabana, a instituição de ensino informou que abriu um processo disciplinar que poderá resultar no desligamento compulsório dos envolvidos.

Relembre o caso

As investigações apontam que uma adolescente de 17 anos, sem nome revelado, afirmou ter sido atraída para um apartamento em Copacabana, no Rio de Janeiro (RJ) e violentada por quatro jovens maiores, na noite do último sábado (31).

Um rapaz, menor de idade, teria pedido que a jovem levasse uma amiga para o mesmo apartamento, mas, como ela não conseguiu, a adolescente foi sozinha. Ao chegar no local, a jovem foi informada que aconteceria “algo diferente”, fato que ela recusou.

Dentro do local, a jovem foi levada para um quarto, onde ficou trancada com quatro homens que teriam forçado manter relações com eles. Após a vítima ter negado, os suspeitos começaram a tirar a roupa da menor e começar a praticar os atos sexuais com violências físicas e psicológicas contra ela.

Via: G1

Homem é preso após agredir esposa em maternidade de João Pessoa ao descobrir que ela havia realizado laqueadura

Foto: Reprodução/TV Cabo Branco

 Um homem foi preso em flagrante na noite desta quarta-feira (11) suspeito de agredir a própria esposa dentro do Instituto Cândida Vargas, em João Pessoa, capital da Paraíba. A vítima havia acabado de dar à luz quando a agressão aconteceu.

De acordo com informações da Guarda Civil Metropolitana de João Pessoa (GCM), o caso ocorreu dentro da enfermaria da maternidade logo após o nascimento do bebê.

Segundo os agentes, o homem teria se irritado ao descobrir que a esposa havia realizado uma laqueadura após o parto. A situação teria provocado uma discussão que evoluiu para agressões.

O guarda municipal Gilson Costa, que participou da ocorrência, relatou que o suspeito iniciou o conflito com ofensas verbais e, em seguida, puxou o acesso venoso utilizado pela mulher durante o atendimento médico.

Após ser contido, o homem foi preso e conduzido à Central de Polícia de João Pessoa, onde prestou depoimento. O caso foi registrado na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher de João Pessoa e será investigado pela Polícia Civil da Paraíba.

O suspeito deverá passar por audiência de custódia nesta quinta-feira (12).

Em nota, o Instituto Cândida Vargas informou que a mãe e o recém-nascido estão bem e seguem sob acompanhamento da equipe médica.

Por Patos Online
Com informações do g1 PB

‘Não é mulher’ diz Ratinho sobre Erika Hilton


 O apresentador Ratinho teceu críticas contra Erika Hilton (PSOL-SP) nesta quarta-feira (11). A fala aconteceu ao vivo, durante o programa que ele comanda no SBT. “Ela não é mulher, ela é trans”, disparou.

A declaração do comunicador foi feita depois da eleição de Erika como presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara.

“Teve uma votação hoje, e deram a Comissão da Mulher para uma mulher trans. Eu não achei muito justo, não. Tem tanta mulher, por que vai dar para uma mulher trans?”, questionou.

“Ela não é mulher, ela é trans. Eu não tenho nada contra trans, mas se tem outras mulheres, mulher mesmo… Mulher para ser mulher tem que ser mulher, gente. Eu até respeito, respeito todo mundo que tem comportamento diferente, está tudo certo. Agora, para ser mulher tem que ter útero, menstruar, tem que ficar chata três, quatro dias.”

“Eu sou contra. Eu acho que deveria deixar uma mulher. Mas quero dizer que não tenho nada contra a deputada, o deputado… A deputada Erika Hilton. Elas não me fez nada, ela só fala bem, mas não tenho nada contra ela. Acho que deveria ser uma mulher”, prosseguiu o apresentador.

“Para quem não sabe, a deputada Erika Hilton é trans, mas será que ela entende dos problemas e desafios de uma pessoa que nasceu mulher? Não é fácil ser mulher. Imagine se uma mulher trans fosse defender as pautas relacionadas ao público masculino? Estaria certo? Também não. Está certo, vamos nos modernizar, ter inclusão, mas não precisa exagerar”, emendou.

“Segurar um fuzil?”, delegado apoia homem com nanismo eliminado em TAF. Veja

 

Ao comentar o caso do candidato com nanismo — Matheus Matos, de 25 anos — reprovado no Teste de Aptidão Física (TAF) para delegado da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), o delegado da Polícia Civil do Distrito Federal, Marcos Sepúlveda, defendeu a inclusão de Matheus na disputa pelo cargo.

Em um vídeo publicado nas redes sociais, Sepúlveda criticou quem duvida da capacidade do candidato para exercer o cargo.

“Quem diz o contrário [que Matheus não é capaz de ser delegado] é porque não entende de polícia. Estou nessa há 10 anos e conheço vários policiais, inclusive delegados, que nunca pisaram na rua ou participaram de uma operação policial”.

A manifestação do delegado contrasta com a posição do influenciador e professor de direito penal Evandro Guedes, que saiu em defesa da Fundação Getúlio Vargas (FGV), banca responsável pelo concurso da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG). Em publicação nas redes sociais, Guedes afirmou que as críticas à banca são fruto de desconhecimento técnico.

A polêmica envolve o candidato goiano, formado em Direito, que tem nanismo e denunciou ter sido vítima de discriminação durante o Teste de Aptidão Física do concurso para delegado.

Segundo Matheus, mesmo concorrendo às vagas destinadas a pessoas com deficiência (PCD), ele precisou realizar o TAF nas mesmas condições aplicadas aos demais candidatos, sem qualquer adaptação. Entre as exigências estava o salto mínimo de 1,65 metro na prova de impulsão horizontal, distância que não foi alcançada por Matheus.

Para Evandro Guedes, as críticas à exigência não procedem. “Causou uma comoção de quem não entende, na internet. Vou explicar tecnicamente que a banca não errou”, afirmou no início de um vídeo publicado nas redes sociais.

Na gravação, ele argumenta que candidatos com deficiência precisam ter compatibilidade com as atribuições do cargo. “Quem tem nanismo, quem é PCD, precisa ser compatível com as funções. Delegado de polícia é polícia. Vamos colocar a mão na consciência: uma hora você vai ter que ir para a rua, defender seu colega. Você consegue imaginar um ‘anão’ com um fuzil subindo o morro?”, questionou.

O influenciador também criticou pessoas que defendem a flexibilização das exigências do teste. “Estou vendo um monte de gente vitimista na internet dizendo: ‘ah, deveriam ter dado a oportunidade’, até o dia em que alguém entrar na sua casa em Minas e for um ‘anão’ tentar render um bandido”, afirmou. Matéria completa clique aqui:

Colisão entre caminhão e carreta deixa um morto e um ferido na BR-116, no Sertão da Paraíba

Foto: reprodução

 Um grave acidente envolvendo um caminhão e uma carreta bitrem foi registrado no início da manhã desta quinta-feira (12), por volta das 05h30, no km 11 da BR-116, em um trecho conhecido como Curva do Balanço, no município de Cachoeira dos Índios, no Sertão da Paraíba. A colisão resultou na morte de um dos motoristas, um homem de 61 anos.

A ocorrência foi confirmada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), que informou que o atendimento inicial foi realizado por uma equipe da corporação do estado do Ceará.

De acordo com as primeiras informações, os dois veículos colidiram frontalmente. Uma das cargas transportadas era de papel higiênico, e parte da mercadoria ficou espalhada pela rodovia após o impacto.

O outro motorista envolvido no acidente, um homem de 40 anos, ficou ferido e foi socorrido por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), sendo encaminhado para o Hospital Regional de Cajazeiras (HRC).

Segundo a unidade hospitalar, o paciente deu entrada por volta das 9h40 e encontra-se estável, consciente e orientado, permanecendo sob observação da equipe médica. Ainda conforme o hospital, ele aguarda o resultado de exames para avaliação de uma possível cirurgia no quadril.

Equipes do Corpo de Bombeiros Militar da Paraíba também foram acionadas para atender a ocorrência e realizar os procedimentos no local do acidente.

Até o momento, a identidade das vítimas não havia sido divulgada oficialmente. As circunstâncias da colisão deverão ser investigadas pelas autoridades competentes.

Por Patos Online
Com informações do Diário do Sertão

TV e redes sociais são as principais fontes de informação política no Brasil, diz Datafolha

 

Programas jornalísticos de televisão e redes sociais como Facebook, Instagram e X (antigo Twitter) são hoje as principais fontes de informação política para os brasileiros. É o que aponta uma pesquisa do instituto Datafolha, que investigou os meios utilizados pela população para acompanhar temas relacionados à política e às eleições. Os números foram divulgados nesta terça-feira 10 pelo jornal Folha de S. Paulo.

Segundo o levantamento, 58% dos entrevistados afirmaram recorrer à televisão para se informar sobre assuntos políticos. As redes sociais aparecem logo em seguida, mencionadas por 54% dos participantes da pesquisa.

Outras fontes também são utilizadas, embora com menor frequência. Sites de notícias foram citados por 26% dos entrevistados. Conversas com amigos e familiares e canais no YouTube aparecem empatados, com 21% cada. Podcasts, programas jornalísticos no rádio e jornais — tanto impressos quanto digitais — registraram o mesmo índice, com 14% das menções. Já aplicativos de mensagens, como WhatsApp ou Telegram, foram citados por 10% dos entrevistados. Apenas 3% disseram não utilizar nenhum meio específico para se informar sobre política.

A pesquisa Datafolha ouviu 2.004 brasileiros com 16 anos ou mais entre os dias 3 e 5 deste mês, em 137 municípios do país. A margem de erro máxima é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03715/2026.

A análise dos dados mostra diferenças relevantes no comportamento informacional de eleitores que declararam voto no segundo turno da eleição presidencial de 2022.

Entre os que votaram no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a televisão aparece como principal fonte de informação, mencionada por 66% do grupo — oito pontos percentuais acima da média geral registrada na pesquisa. As redes sociais aparecem em segundo lugar, com 47% das citações. Nesse grupo, o YouTube é mencionado por 16% dos entrevistados, enquanto WhatsApp ou Telegram aparecem com 8%.

Entre os eleitores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o padrão é diferente. Nesse segmento, as redes sociais lideram como principal meio de informação política, citadas por 61% dos entrevistados. A televisão surge na segunda posição, com 53%.

O YouTube também apresenta maior presença nesse grupo, sendo citado por 28% dos eleitores de Bolsonaro — 12 pontos percentuais acima do índice registrado entre eleitores de Lula. Já os aplicativos de mensagens, como WhatsApp e Telegram, aparecem com 15%.

Os números indicam perfis distintos de consumo de informação entre os dois eleitorados. Enquanto os apoiadores de Lula permanecem mais vinculados aos meios tradicionais, especialmente à televisão, os eleitores de Bolsonaro demonstram maior presença em plataformas digitais.

Um comportamento semelhante aparece entre os entrevistados que afirmam intenção de votar em Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em uma eventual eleição presidencial em 2026.

Nesse grupo, 63% indicaram as redes sociais como principal fonte de informação política. A televisão foi citada por 50% dos entrevistados. O YouTube aparece com 28% das menções, enquanto WhatsApp ou Telegram registram 15%.

Os resultados são próximos aos observados entre eleitores de Jair Bolsonaro na eleição de 2022 e reforçam a tendência de maior concentração desse eleitorado em plataformas digitais.

Esse cenário também chama atenção para o papel das redes sociais no debate político. Diferentemente da mídia tradicional, esses ambientes possuem menor controle editorial e historicamente têm sido associados à circulação mais intensa de desinformação.

Redes sociais

O uso das plataformas digitais para fins políticos tornou-se tema central de investigações recentes no país. As redes sociais foram um dos focos do inquérito das chamadas milícias digitais, que resultou na apuração sobre o plano golpista envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Bolsonaro acabou condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado e outros quatro crimes relacionados ao caso.

Diante desse contexto, o Tribunal Superior Eleitoral aprovou no início deste mês novas regras para o funcionamento das plataformas digitais durante o período eleitoral.

Entre as medidas, as empresas responsáveis pelas redes sociais terão de apresentar relatórios mais detalhados sobre as ações adotadas para reduzir riscos eleitorais, por meio dos chamados planos de conformidade.

Além disso, o tribunal estabeleceu restrições ao uso de conteúdos gerados ou manipulados por inteligência artificial. Pela nova norma, esse tipo de material não poderá ser divulgado no período que vai das 72 horas anteriores ao dia da votação até 24 horas após o encerramento do pleito.

Fonte de informação de política pelos brasileiros

Programas jornalísticos na TV — 58%
Redes sociais (Facebook, Instagram, X) — 54%
Sites de notícias — 26%
Conversas com amigos e parentes — 21%
Canais no YouTube — 21%
Programas jornalísticos no rádio — 14%
Jornais impressos ou online — 14%
Podcasts — 14%
WhatsApp ou Telegram — 10%
Nenhum — 3%
Não sabem — 1%

Fonte: Datafolha

Deputada Trans, Erika Hilton assume Comissão da Mulher e senadora Damares dispara “sou mulher e ninguém vai tirar meu direito”


 A Damares Alves publicou um vídeo nas redes sociais nesta terça-feira (10) defendendo o direito de mulheres ocuparem espaços institucionais conquistados ao longo dos anos. Na gravação, a senadora afirma que não aceitará perder o direito de se identificar como mulher e disse que o tema envolve debates recentes sobre representatividade dentro do Legislativo.

Durante a manifestação, a parlamentar comentou a possibilidade de que a Secretaria de Mulheres da Câmara dos Deputados venha a ser ocupada por uma mulher trans. Damares sugeriu que o Parlamento crie uma secretaria específica para tratar de pautas relacionadas à diversidade.

Segundo a senadora, os espaços voltados à pauta feminina devem continuar sendo ocupados por mulheres. Ela afirmou ainda que respeita outras pautas de representatividade, mas defendeu a preservação de direitos conquistados historicamente pelas mulheres. A parlamentar também criticou o uso de termos neutros para se referir ao público feminino.

O vídeo publicado pela senadora gerou debate nas redes sociais.

Estudo sobre polilaminina não foi publicado por revistas científicas ainda

  Revistas científicas que avaliaram o estudo sobre a polilaminina apontaram dois problemas principais para recusar a publicação do texto: d...