domingo, 1 de fevereiro de 2026

Empresário suspeito de matar Tavu Gadelha por dívida de R$ 400 mil se entrega à Polícia Civil em João Pessoa

Foto: reprodução

 O empresário Celso de Moraes Andrade Bisneto, de 36 anos, apontado como o principal suspeito pela morte do empresário Otávio Gadelha dos Santos, se entregou à Polícia Civil da Paraíba nesta sexta-feira (30), em João Pessoa. A informação foi confirmada pela própria Polícia Civil.

De acordo com a delegada Maria das Dores, responsável pelo inquérito, o suspeito se apresentou acompanhado de advogados e optou por permanecer em silêncio durante as perguntas preliminares do depoimento. Após a apresentação, ele foi encaminhado para a carceragem da Polícia Civil, onde permanece aguardando audiência de custódia.

Segundo as investigações, o crime teria sido motivado por uma dívida estimada em cerca de R$ 400 mil, que Celso de Moraes mantinha com a vítima há mais de cinco anos. Contra ele havia um mandado de prisão em aberto, e o empresário era considerado foragido da Justiça desde a expedição da ordem judicial.

Em coletiva de imprensa realizada na quinta-feira (29), a delegada Maria das Dores afirmou que o suspeito teria atraído Otávio Gadelha até o local do crime, com a promessa de pagar parte do valor devido. A vítima teria ido ao encontro acreditando que receberia o dinheiro, mas acabou sendo morta.

“Não temos dúvida alguma. Após inúmeras diligências, conseguimos concluir que o empresário Celso de Moraes Andrade Bisneto teria sido um dos autores do crime. A Justiça corroborou as investigações da Polícia Civil, a prisão foi decretada e ele se encontrava foragido”, declarou a delegada.

Celso de Moraes atua no ramo da cana-de-açúcar. À imprensa, a defesa do empresário afirmou que o cliente é inocente das acusações.

Relembre o crime

O empresário Otávio Gadelha dos Santos foi encontrado morto ao lado do próprio veículo, na PB-030, rodovia que liga os municípios de Cruz do Espírito Santo e Pedras de Fogo. A Polícia Civil segue investigando as circunstâncias do crime.

Por Patos Online
Com informações do g1 PB

Mulher choca ao dar entrevista com declarações de cunho sexual e frases desconexas após ser detida pela polícia; Veja

 

Uma ocorrência policial no bairro Presidente Vargas, em Manaus, ganhou grande repercussão nas redes sociais após a divulgação de uma entrevista inusitada da suspeita. Melissa Cristina Nunes Piaes, de 40 anos, foi detida pela Polícia Militar na última sexta-feira (30), sob acusação de desordem e resistência. O vídeo do depoimento da mulher viralizou rapidamente devido ao teor chocante e confuso de suas declarações, recheadas de detalhes de sua vida pessoal.

Em entrevista concedida ao portal Tucumã, Melissa relatou uma série de problemas familiares e financeiros, envolvendo seu ex-marido e supostas dívidas com agiotas. Sem muita coerência, ela afirmou que estava tentando apenas "desestressar" e chegou a mencionar detalhes de sua vida íntima, o que gerou espanto e diversos questionamentos entre os internautas sobre sua saúde mental no momento da prisão.

Relato da polícia

A Polícia Militar informou que a equipe realizava um patrulhamento quando foi acionada para conter uma situação de desordem pública. Segundo os agentes, a suspeita apresentava um comportamento alterado, o que dificultou o trabalho da guarnição. Durante a abordagem, Melissa teria tentado ferir um dos policiais com um objeto e ela precisou ser contida, para garantir a segurança de todos os presentes.

Ao ser questionada sobre a agressão, Melissa negou ter utilizado qualquer arma ou objeto. Ela alegou que apenas segurou o colete do policial na tentativa de conseguir uma carona e que os arranhões no rosto de ambos teriam sido causados por suas unhas. Em uma das falas mais polêmicas do vídeo, a mulher minimizou sua conduta ao afirmar que teria feito apenas uma proposta de cunho sexual ao agente, argumentando que o ato não constituiria um crime.

Paraíba registrou, em 2025, o maior número de feminicídios dos últimos 10 anos, confirma Polícia Civil

Foto: Shutterstock

 No ano de 2025, a Paraíba registrou o maior número de crimes de feminicídio da última década, sendo 37 casos. O crescimento foi de cerca de 37% em relação a 2024, quando 27 crimes com essa tipificação foram documentados.

Até 2024, os anos com maior incidência de casos eram 2019 e 2023. Nestes anos, 36 mulheres foram mortas por motivos de gênero. Nos últimos 10 anos, um total de 335 casos de feminicídio foram documentados no estado da Paraíba.

Nenhuma das 37 mulheres que foram mortas em decorrência do crime de ódio, no último ano, tinha medidas protetivas ativas no momento do crime.

Em entrevista ao Portal Correio, a coordenadora das Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher da Paraíba (Deam), delegada Sileide Azevedo, comentou o número histórico.

"Nós sentimos, a partir de então, o compromisso de fortalecer, no nosso estado, esse enfrentamento à violência contra a mulher. (…) Esse número de feminicídios é um chamamento para que nós, enquanto instituição, sigamos nesse fortalecimento da nossa pauta, e para que nós possamos conclamar, ainda mais, a sociedade para integrar esse enfrentamento conosco.

Quando questionada sobre a motivação mais recorrente em casos de feminicídio, a delegada explicou:

Na maioria dos casos, o feminicídio não acontece de repente. Ele é precedido por outros tipos de violência doméstica, que, geralmente, começam com agressões verbais ou psicológicas, se intensificam com agressões físicas e podem incluir outros tipos de violência, como sexual ou patrimonial.

O que é feminicídio?

O feminicídio é o crime que consiste no assassinato de uma mulher em decorrência de violência doméstica ou familiar, ou por motivos de menosprezo ou discriminação à condição de mulher.

Diferente do homicídio comum, neste caso a motivação do crime está diretamente ligada ao gênero da vítima. Isto é, todo feminicídio é um homicídio, mas nem todas as mortes de mulheres são enquadradas como feminicídio.

Dentro do Código Penal, o feminicídio se apresenta como um qualificador ao homicídio, e é considerado um crime hediondo, com penas que podem variar de 12 a 30 anos de prisão, podendo aumentar se houver condições agravantes.

Números sobre a violência contra a mulher

Além do número recorde nos casos de feminicídio, a Paraíba registrou um aumento de 1,19% na quantidade de medidas protetivas de urgência que foram desrespeitadas, em 2025. Atualmente, cerca de 5% das medidas concedidas em favor das vítimas são descumpridas pelos agressores.

Segundo dados da Polícia Civil, em 2025, 7.286 medidas protetivas foram solicitadas por mulheres no estado, até a apuração, totalizando cerca de 15 mil solicitações no último triênio.

É importante ressaltar que nenhuma das mulheres vítimas de feminicídio em 2025 tinham medidas protetivas em vigor no momento da morte. Essas fazem parte de, como denominado pela delegada, “casos imprevisíveis”, pois não estavam dentro da rede de proteção à mulher.

Com os números consolidados dos últimos anos, a Paraíba registra, em 2025, o maior número de casos de feminicídio dos últimos 10 anos. O recorte, fornecido pela Coordenação das Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher da Paraíba (Coordeam), considera os dados de 2015 a 2025.

Em resposta aos dados apurados, a delegada avaliou:

Não são apenas números. Além de perder a vida, cada uma dessas vítimas deixou o vazio para pessoas importantes em sua história.

Denuncie

A violência contra a mulher é um desrespeito que tende a escalonar, desde uma piada ofensiva ou crise de ciúmes, e pode levar até a morte da vítima.

É preciso estarmos atentos aos sinais de alerta ao nosso redor e denunciarmos os casos de violência contra a mulher que presenciarmos, mesmo que não nos envolvam de maneira direta.

A segurança da mulher é uma pauta cada vez mais urgente e é da responsabilidade de todos, por isso denuncie.

Canais de denúncia

190 – Disque denúncia da Polícia Militar (em caso de emergência)
180 – Central de atendimento à mulher
197 – Disque denúncia da Polícia Civil

É preciso denunciar, interromper a violência, antes que seja tarde demais. - Delegada Sileide Azevedo

Fonte: Portal Correio

Justiça mantém prisão de mulher que confessou morte da própria mãe em João Pessoa

Foto: TV Cabo Branco

 A Justiça da Paraíba manteve a prisão da mulher que confessou a morte da própria mãe, em João Pessoa, após audiência de custódia realizada neste sábado (31). A acusada será encaminhada ao Centro de Reeducação Feminina Maria Júlia Maranhão, na capital paraibana.

A investigada foi identificada como Camila Silva, de 32 anos. A vítima, Terezinha Silva, de 77 anos, foi encontrada morta no apartamento da família, no bairro Jardim Veneza, na última quinta-feira (29). O caso é tratado pelas autoridades como homicídio.

A audiência de custódia ocorreu na Justiça de Mamanguape. Após o crime, a suspeita se apresentou à polícia no município de Lagoa de Dentro, no Brejo paraibano.

Segundo a Polícia Militar, o corpo da idosa foi encontrado no interior do apartamento, que apresentava sinais de desordem, com móveis e objetos revirados. O imóvel precisou ser aberto com apoio do Corpo de Bombeiros, já que estava trancado.

Relembre o caso

De acordo com a delegada Josenise Andrade, havia marcas no rosto da vítima, o que pode indicar uma luta corporal antes da morte. Em depoimento à Polícia Civil, a suspeita alegou legítima defesa após uma discussão, versão que, segundo a delegada, não condiz com o cenário encontrado no local.

Familiares relataram à imprensa que conflitos frequentes entre mãe e filha ocorriam por questões financeiras. A suspeita teria passado a morar com a mãe há cerca de 15 dias, após deixar outro endereço. Após o crime, ela teria ido para a casa de parentes em Lagoa de Dentro antes de se entregar às autoridades.

O caso segue sob investigação da Polícia Civil, que apura a dinâmica e a motivação do crime.

Por Patos Online
Com informações do g1 PB

Bolsonaro relata tontura durante visita de bispo Rodovalho na prisão

 

O ex-presidente Jair Bolsonaro relatou momentos de tontura durante a visita do bispo Robson Rodovalho no presídio da Papudinha, em Brasília, nesta sexta-feira (30/1). E, por conta de uma crise de soluços, chegou a ser avaliado por um médico.

Em conversa com a coluna, o líder evangélico da igreja Sara Nossa Terra disse ter ficado preocupado com o quadro de saúde de Bolsonaro.

“O quadro é preocupante. Muito soluço. Ele não conseguiu tomar café hoje por conta do soluço. Os remédios são pesados e dão tontura. Quando conversávamos, ele levantou por três vezes e, quando fez o movimento de se levantar, balançou bastante e apoiou as mãos na mesa. Disse que eram os remédios. Fiquei com medo de ele cair”, disse Rodovalho, que defendeu prisão domiciliar para o ex-presidente.

O religioso disse que cantou a música ‘Deus está aqui’ para Bolsonaro. “Essa música mostra que Deus está presente em todas as situações da vida. O que aconteceu [a prisão] não foi um acidente. Deus permite que a gente passe dores. São momentos de aprendizado para esticar a gente para crescer. Eu ministrei nessa linha”.

Via: Metrópoles

sábado, 31 de janeiro de 2026

Mulher natural de Cajazeiras morre aos 37 anos vítima de câncer de mama, em Patos

Foto: reprodução

 Faleceu neste sábado (31) a dona de casa Elizete Amador Bezerra, popularmente chamada de Branca, aos 37 anos, enquanto estava internada em um hospital da cidade de Patos, onde havia dado entrada para iniciar tratamento médico.

Segundo informações da família, Elizete foi diagnosticada com câncer de mama em novembro de 2025. A doença evoluiu de forma agressiva e já apresentava metástase no fígado, o que tornou o quadro clínico bastante delicado.

Na quinta-feira (29), Branca se deslocou até Patos com o objetivo de iniciar acompanhamento especializado, porém precisou ser hospitalizada imediatamente devido à gravidade do seu estado de saúde. Mesmo após mobilizações de fé e uma corrente de orações promovida por amigos e familiares, ela não resistiu.

Natural do Pará, Elizete viveu desde a infância em Cajazeiras, cidade que adotou como lar, onde construiu sua história de vida e família. Ela era casada e deixa duas filhas, de 13 e 5 anos.

O velório acontece na residência dos pais, Fátima e Moacir, conhecido como Moacir das Cavalgadas, localizada na Agrovila, em Cajazeiras.

O sepultamento está marcado para este domingo, 1º de fevereiro, às 8h, no Cemitério Nossa Senhora Aparecida, no mesmo município.

Por Patos Online
Com informações do Diário do Sertão

Homem é preso após criar grupos de WhatsApp para divulgar fotos íntimas da ex na BA

 

Willian Martins dos Santos, de 34 anos, foi preso na última sexta-feira (30), após realizar uma campanha de terror digital e psicológico contra a ex-companheira ao divulgar fotos íntimas da mulher em grupos de Whatsapp, em Wanderley, no sudoeste da Bahia.

A prisão do homem foi realizada após uma ação conjunta entre as Polícias Civis do Distrito Federal e da Bahia e a Polícia Militar da Bahia (PM-BA). De acordo com o portal Metrópoles, o homem foi detido após a mulher registrar um boletim de ocorrência na 27ª Delegacia de Polícia da PCDF, na última terça-feira (27).

A vítima tem 32 anos e é corretora de imóveis. A mulher denunciou Willian por não aceitar o término do relacionamento, além de informar que sofreu ameaças com arma de fogo e perseguição incessante. O homem divulgava os registros íntimos como forma de humilhar a mulher em grupos de Whatsapp para vários moradores da cidade e familiares da vítima.

No último dezembro, a mulher ficou aterrorizada e deixou a Bahia para morar em Brasília (DF). E mesmo com a mudança de cidade, Willian seguiu perseguindo e ameaçando a ex-companheira nas redes sociais.

Por conta das ações recorrentes do homem, a vítima procurou a polícia do Distrito Federal e denunciou o caso. A Seção de Atendimento à Mulher da 27ªDP começou as investigações para localizar o autor na Bahia e conseguiu fazer a prisão do homem.

A RONDESP OESTE da Polícia Militar da Bahia, juntamente com o Grupo de Apoio Tático e Técnico à Investigação (GATTI OESTE) e o Núcleo de Inteligência (NI) da 11ª Coordenadorias Regionais de Polícia do Interior (COORPIN) da Polícia Civil da Bahia também atuaram no caso.

Willian foi encontrado e preso em flagrante. Ele descumpriu a medida protetiva de urgência pela Lei Maria da Penha, após divulgar conteúdo íntimo da ex-companheira sem autorização. O homem segue à disposição da Justiça.

Via: Metrópoles

VÍDEO: Mãe se distrai com filho, perde controle do carro e capota


Mulher sofreu ferimentos leves e a criança não teve ferimentos no capotamento do carro que aconteceu nesta quarta-feira (28)  |   Bnews - Divulgação Reprodução: câmeras de segurança

 Uma mulher de 36 anos se distraiu com o filho de dois anos e capotou após perder o controle do carro e cair de uma altura estimada de 5 metros, no bairro União, na região nordeste de Belo Horizonte (MG), na manhã desta quarta-feira (28).

A mãe sofreu escoriações leves e a criança, que estava no banco traseiro, não apresentou ferimentos. De acordo com a Rádio Itatiaia, ambos foram socorridos pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e levados para o Hospital Unimed da Avenida do Contorno.

Os policiais afirmaram que a motorista trafegava na pista quando percebeu que a cadeirinha do filho havia se soltado. Ela, então, virou para trás e tentou ajustar o equipamento de segurança.

Com a distração, a mulher perdeu o controle da direção, subiu no paralelepípedo e bateu na grade lateral da via. Com a batida, o carro caiu da estrutura, despencou na rua e capotou. Antes de ser socorrida pelo Samu e pelo Corpo de Bombeiros, a mulher e a criança foram ajudas por pessoas que passavam pelo local no momento do acidente.

Forrozeiras de Serra Talhada prontas para brilhar no Festival Mulheres do Forró


 FORROZEIRAS DE SERRA TALHADA PRONTAS PARA BRILHAR NO FESTIVAL MULHERES NO FORRÓ

Primeira edição do evento, em Exu (PE), terá programação 100% feminina nos dias 05, 06 e 07 de fevereiro de 2026, reunindo artistas de todo o Nordeste. Natália Gomes, Fabíola Leite e Izabelly Diniz representam a força musical da “Capital do Xaxado”.

Exu (PE), 28 de janeiro de 2026 – O forró ganha um palco histórico e simbólico para celebrar e amplificar as vozes femininas. A primeira edição do Festival Mulheres no Forró, que acontece de 05 a 07 de fevereiro de 2026 em Exu, terra de Luiz Gonzaga, não apenas homenageia o Rei do Baião, mas inaugura um novo capítulo com uma grade artística composta exclusivamente por mulheres. Entre as atrações, um trio de talentos nascidas em Serra Talhada, no Sertão do Pajeú, carrega a expectativa de representar sua cidade e a força da nova geração: Natália Gomes, Fabíola Leite e Izabelly Diniz.

A emoção de participar deste marco é unânime. “É a realização de um sonho coletivo. Subir ao palco em Exu, num festival que coloca a gente no centro, é um reconhecimento da nossa luta e do nosso talento. É mais do que um show, é um marco histórico”, declara Izabelly Diniz, que hoje reside na Bahia, mas mantém o coração e as raízes no Pajeú.

Para Fabíola Leite, a iniciativa é um divisor de águas. “Sempre tocamos, cantamos e compomos, mas muitas vezes éramos coadjuvantes. Um festival 100% feminino diz ao mundo que o forró também tem dona, tem voz de mulher, e essa voz é forte, é bonita e é plural. Estar aqui é afirmar o nosso espaço de uma vez por todas”, celebra a cantora e clarinetista.

Já Natália Gomes, representante da nova leva, vê o evento como uma inspiração. “Cresci ouvindo grandes mulheres do forró, mas ver um festival dessa magnitude me mostra que há um caminho aberto. É uma injeção de ânimo para todas nós que estamos começando. Mostra que nosso forró, com sentimento e autenticidade, tem valor e lugar”, emociona-se a cantora, que lançou seu primeiro EP em 2024.

Trajetórias que se encontram no palco

Cada uma das artistas traz na bagagem uma história única com a música.

Izabelly Diniz, verdadeira nômade cultural, absorveu o forró na banda do irmão em Serra Talhada. Multi-instrumentista, migrou da sanfona para o ukulelê, violão e percussões, construindo uma carreira entre a Bahia e Pernambuco. Criadora do inovador projeto “O lado geek do forró” com seus irmãos, Izabelly tem levado o gênero a novos públicos. Em 2024, lançou o clipe autoral “Casinha de madeira” e, em 2025, já pisou em Exu para as homenagens a Luiz Gonzaga, participando do Ventos Gonzagueano e se apresentando no Parque Aza Branca.

Com uma voz que cativa desde os 10 anos, Fabíola Leite trilhou um sólido caminho pelas bandas pernambucanas. Passagens marcantes pelo Forró Pressão, de Recife, onde gravou DVDs e alcançou programas de TV, consolidaram sua presença no cenário. Campeã do concurso “Cantando na Concha” em 2016, Fabíola também é musicista na filarmônica de sua cidade. Atualmente em carreira solo, brilha em shows por todo o interior, mantendo viva a chama do forró pé-de-serra em seu canal no YouTube e em palcos como o Forró do Poeta.

Representante da nova geração com raízes tradicionais, Natália Gomes começou aos 12 anos e viu sua carreira decolar após um show com Flávio Leandro em 2019. Seu primeiro EP, “Forró, Xote e Sentimento” (2024), é um marco de sua maturidade artística. O projeto não só apresenta composições autorais como “Nem Eu”, com Kennedy Brasil, mas também carrega a bênção de um mito: uma regravação com participação especial de Assisão, o Rei do Forró, figura que acompanhou a trajetória de sua conterrânea Fabíola.

Um festival para fazer história

A concepção do Festival Mulheres no Forró é fruto do trabalho de coletivos culturais que enxergam a necessidade de equidade no setor. Marlla Teixeira, presidente da Associação Coletivo Exu Criativo, uma das realizadoras, ressalta a importância do evento: “Exu é o berço, é a Roma do forró. Era fundamental que aqui, onde nasceu Luiz Gonzaga, nascesse também um festival que celebrasse e projetasse as mulheres que sustentam e renovam essa cultura. Não é um evento para mulheres, é um evento das mulheres forrozeiras, feito com nosso olhar e nossa força”.

Do lado de Serra Talhada, Henrique Brandão, presidente da Associação Serra Cultural, destaca o significado da participação das conterrâneas. “Serra Talhada sempre foi um celeiro de artistas, e ver Natália, Fabíola e Izabelly nesse palco inaugural é um orgulho para toda nossa cultura. Elas representam a diversidade da música da nossa terra: a tradição, a resistência e a inovação. O festival não só as valoriza, mas fortalece toda a cadeia cultural do forró nordestino”, afirma.

Com os preparativos a todo vapor, as forrozeiras de Serra Talhada afinam seus instrumentos e aquecem suas vozes para escrever, juntas, um capítulo essencial na história do forró. No mês de fevereiro, sob o céu de Exu, o brilho será todo delas.

Banco do Nordeste @bancodonordeste
Coletivo Exu Criativo @exucriativo, Ministério da Cultura @minc, Governo do Brasil @govbr
̧Associação Serra Cultural @associacaoserracultural
Prefeitura do Exu @prefeituradoexu, Secretaria de Cultura e Turismo @secultur_exu, Secretaria da Mulher @secmulherexu

Informações para a Imprensa:
A programação completa está disponível no Instagram: @festivalmulheresnoforro
Contatos:
Henrique Brandão: (87) 99606-8577
Marlla Teixeira: (87) 98112-9491
E-mail: associacaoserraculturalasc@gmail.com

Via: Blog do Marcelo Patriota

Equipe do Hospital Edson Ramalho salva bebê vítima de choque elétrico após uma hora de reanimação

Foto: Divulgação

O que poderia ser a rotina de qualquer hospital de referência em pediatria ganhou contornos ainda mais desafiadores no Hospital do Servidor General Edson Ramalho (HSGER). Isso porque a unidade não é porta aberta para atendimento infantil, ou seja, não é referência em urgência e emergência pediátrica, embora possua estrutura completa para todos os tipos de atendimento. Ainda assim, foi ali — no hospital mais próximo da casa da família — que a mãe do pequeno Hytalo Felipe Santos buscou socorro, sem imaginar que naquele lugar o coração do filho voltaria a bater.  

Em um momento de desespero, dor e fé, o coração do bebê de, apenas, 1 ano e 9 meses, voltou a bater após uma força-tarefa com cerca de uma hora de reanimação realizada por cerca de 20 profissionais do hospital – incluindo a equipe da Sala Vermelha, médicos, enfermeiros, fisioterapeutas e vários profissionais dos mais diversos.

Após sofrer um choque elétrico em casa, no bairro do Roger, o pequeno de 1 ano e 9 meses chegou à unidade em parada cardiorrespiratória. Diante da gravidade do quadro, cerca de 20 profissionais se mobilizaram imediatamente na Sala Vermelha — médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, assistentes sociais, psicólogos e outros colaboradores — todos certos de uma única missão: ser instrumento para que ele “nascesse de novo”.

Entre eles estava o médico cirurgião Thyago Duavy, que, mesmo não atuando na área pediátrica, não hesitou ao ser chamado. “Quando cheguei, a criança já estava em parada, toda a equipe empenhada nas manobras de reanimação, mas com dificuldade de acesso venoso. Solicitei um gelco (cateter intravenoso utilizado em situações onde se requer acesso vascular temporário, como em procedimentos cirúrgicos ambulatoriais, emergências médicas ou para administração de fluidos) e, com apoio do ultrassom, consegui puncionar rapidamente para iniciar as medicações do protocolo, para que ele começasse a responder às manobras”, relatou. 

Para o médico, o momento foi marcado não apenas pela técnica, mas também pela fé e pelo sentimento coletivo de missão. “Eu acredito muito que primeiro foi Deus e depois foi aquela equipe abençoada, com muita luz, para aquela criancinha sair de lá com vida. Quando ele voltou, estabilizou a frequência cardíaca e a saturação, eu vi profissionais chorando de emoção. Não tem dinheiro que pague isso. É a sensação de dever cumprido, de estar servindo ao próximo”, afirmou.

A coordenadora de Enfermagem da Urgência, Roberta Medeiros, também destacou o alinhamento quase inexplicável entre as equipes. “Foi coisa de Deus mesmo. Tudo se encaixou. Todos os profissionais se voltaram para salvar o bebê e o Núcleo Interno de Regulação (NIR) articulou rapidamente a transferência de Hytalo para o Hospital de Trauma, referência em casos de choque elétrico. Todo mundo sabia da sua missão”, contou. Segundo ela, em meio à tensão, o médico Thyago chegou a afirmar com convicção: “‘Ele vai viver, querem ver? Ele vai viver! Vamos rezar um Pai Nosso!’ Aquilo deu uma força impressionante à equipe.”

A pediatra Emanuelle Carvalho, coordenadora médica da UTI Pediátrica do HSGER e também integrante da reanimação, informou que o bebê permanece internado na UTI Pediátrica do Hospital de Trauma, estável, embora ainda em estado grave. “A equipe da UTI do Trauma tem esperanças de recuperação e prognóstico bom em relação a sequelas. Só tenho a agradecer pelo trabalho em conjunto de todas as equipes envolvidas. Conseguimos estabilizar essa criança e dar uma nova chance a ele”, afirmou.

Esforço coletivo - Enquanto isso, fora da Sala Vermelha, a assistente social Naymara Carneiro acolhia a mãe de Hytalo, profundamente abalada. Segundo o relato, a criança estava em casa com os irmãos quando encostou em uma extensão sem proteção, em uma ligação elétrica precária. “Ela desligou a energia, encontrou o filho desacordado e saiu correndo pela rua pedindo socorro. Um vizinho a trouxe para o Hospital Edson Ramalho, por ser o mais próximo”, explicou. A família vive em uma ocupação, em situação de vulnerabilidade social, no bairro do Roger.

Durante todo o atendimento, a mãe foi acompanhada pelas equipes de psicologia e serviço social, que também prestaram orientações após a estabilização do bebê e acionaram o Conselho Tutelar para garantir a proteção dos direitos da criança, com encaminhamento de relatório social.

Hospital não atende pediatria - O Hospital do Servidor General Edson Ramalho não é porta aberta para atendimentos pediátricos. Embora a unidade hospitalar possua estrutura completa para todos os públicos, nos casos de urgência e emergência de bebês e crianças, a indicação é levar para o Hospital Arlinda Marques, referência no atendimento em pediatria. 

Por Secom-PB

Empresário suspeito de matar Tavu Gadelha por dívida de R$ 400 mil se entrega à Polícia Civil em João Pessoa

Foto: reprodução   O empresário Celso de Moraes Andrade Bisneto, de 36 anos, apontado como o principal suspeito pela morte do empresário Otá...