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domingo, 23 de setembro de 2018

Preço da gasolina bate recorde e chega ao maior valor em dez anos

RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) – O preço da gasolina nos postos brasileiros chega às vésperas da eleição no maior patamar dos últimos dez anos, aumentando a pressão sobre a política de reajustes instituída pela Petrobras durante o governo Michel Temer.
Entre os principais candidatos à Presidência da República, é quase consenso que o modelo deve sofrer algum tipo de mudança. Apenas Jair Bolsonaro (PSL) apresenta em sua proposta uma fórmula parecida com a atual.
Nesta semana, a gasolina foi vendida em média no Brasil a R$ 4,65 por litro, de acordo com dados da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis), alta de 0,5% com relação à semana anterior.
Desconsiderando picos provocados pelo desabastecimento durante a greve dos caminhoneiros, é o maior valor desde janeiro de 2008 (corrigidos pela inflação), quando a cotação do petróleo se aproximava dos US$ 100 (R$ 400, na cotação atual) por barril. Em junho daquele ano, chegou a bater em US$ 140 por barril (R$ 560). Nesta sexta (21), o petróleo Brent fechou a US$ 78,80 (cerca de R$ 315).
Além do efeito da cotação do petróleo, a escalada dos preços em 2018 é fruto da valorização do dólar, uma vez que a política adotada pela Petrobras desde outubro 2016 determina que a venda do combustível no país deve acompanhar o valor do produto importado -o que inclui repassar a variação cambial.
No ano, o reajuste acumulado do preço da gasolina nas refinarias da estatal soma 29%, já descontada a inflação do período. Nas bombas, o aumento acumulado é de 10%, também descontada a inflação.
Quatro dos cinco candidatos com maiores intenções de votos segundo as pesquisas, defendem mudanças em relação ao modelo atual. A profundidade das mudanças varia, porém, de acordo com o posicionamento econômico das candidaturas.
Marina Silva (Rede) e Geraldo Alckmin (PSDB) dizem que, se eleitos, manterão preços alinhados às cotações internacionais, mas propõem instrumentos para suavizar o repasse das variações ao consumidor.
“O mercado de petróleo e o câmbio são livres”, disse, em nota, a campanha de Marina. “No entanto, a economia interna não deve estar sujeita à tanta volatilidade”. Ela propõe a adoção de um sistema de médias móveis, que podem ser trimestrais.
Atualmente, a Petrobras usa sistema parecido na definição dos preços do gás de botijão de 13 quilos. A cada três meses, o valor é reajustado com base na variação das cotações internacionais e do câmbio nos doze meses anteriores.
Essa metodologia foi adotada após a política anterior levar o preço do botijão às alturas e forçar 1,2 milhão de residências brasileiras a usar lenha e carvão para cozinhar.
Em 2018, após três reajustes, o preço do gás nas refinarias acumula queda de 8% em relação ao fim do ano anterior.
Alckmin defende reajustes com periodicidade fixa e alíquotas flexíveis para impostos federais e estaduais, medida que dependeria de acordo com os estados. “As alíquotas devem cair quando há alta no preço internacional ou desvalorização da moeda e subir no caso oposto”, diz a campanha tucana.
Fernando Haddad (PT) e Ciro Gomes (PDT) propõem mudanças no cálculo dos preços, reduzindo o peso das cotações internacionais e do câmbio. “A política de preços de combustíveis da Petrobras será reorientada”, diz o programa de governo do petista.
“O mercado brasileiro é aberto a importações, mas isso não significa que o petróleo retirado no Brasil, aqui transportado e refinado, com custo bem menor que o internacional, seja vendido aos brasileiros segundo a nova política de preços da Petrobras do governo Temer”, afirma o texto.
Foto: Tomaz Silva/ Agência Brasil
Foto: Tomaz Silva/ Agência Brasil
Em seu programa de governo, Ciro propõe “a estabilidade de preços importantes, como o petróleo, no mercado interno (sempre resguardando a rentabilidade das empresas produtoras desses bens)”, mas não dá maiores detalhes.
Em entrevistas, o candidato tem dito que o cálculo dos preços deve considerar parcelas dos custos em real, ao invés das cotações internacionais em dólar. Sua campanha não respondeu ao pedido de entrevistas sobre o tema.
Já o líder das pesquisas, Jair Bolsonaro, defende em seu programa o alinhamento aos preços internacionais com mecanismos de proteção financeira -conhecidos com hedge- para suavizar as flutuações de curto prazo, proposta parecida ao modelo praticado pela Petrobras hoje.
Há duas semanas, a estatal anunciou a possibilidade de segurar os repasses por até 15 dias, usando mecanismos de hedge, que contemplam a compra e venda de contratos futuros de câmbio e combustíveis para se proteger das flutuações.
O preço da gasolina em suas refinarias está congelado há dez dias, em uma indicação de que o mecanismo está sendo usado no momento. A empresa, porém, não confirma. Procurada, não quis comentar as propostas de mudança na política de preços.
Em reuniões com representantes dos candidatos, porém, executivos da estatal têm defendido que a manutenção de preços alinhados ao mercado internacional é fundamental para o esforço de redução de seu endividamento.
Em uma tentativa de blindar a política atual, a gestão da companhia colocou em estatuto no fim de 2017 cláusulas que obrigam o governo a ressarci-la em caso de concessão de subsídios. A avaliação é que, assim, mudanças abruptas terão que passar por assembleia de acionistas.

sábado, 22 de setembro de 2018

Centrais sindicais divulgam nota de repúdio a Bolsonaro


Representantes de seis centrais sindicais divulgaram neste sábado (22) uma nota de repúdio ao candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro. O texto, intitulado “Sindicalistas contra o projeto fascista de Bolsonaro”, é assinado por representantes da Força Sindical, Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Nova Central Sindical, Intersindical e Conlutas.
A nota classifica Bolsonaro como “antitrabalhadores” e repudia o candidato do PSL “por sua postura antidemocrática, intolerante com minorias, que faz apologia da violência, e pela sua conivência com práticas repugnantes, como a defesa de torturadores”. Para os sindicalistas, a eleição de Bolsonaro pode representar “ameaça de retorno à ditadura militar”.

Leia a íntegra da nota das centrais sindicais:
Sindicalistas contra o projeto fascista de Bolsonaro
Nós, sindicalistas brasileiros, das mais variadas tendências, que apoiamos candidatos de diversos partidos na próxima eleição presidencial, repudiamos o candidato Jair Bolsonaro.
Repudiamos por sua já conhecida postura contra a organização sindical, portanto, antitrabalhadores, por sua postura antidemocrática, intolerante com minorias, que faz apologia da violência, e pela sua conivência com práticas repugnantes, como a defesa de torturadores.
O horizonte que ele nos apresenta é de um país marcado pela exploração do trabalhador, pela violência, pelo racismo, pela discriminação, pela repressão, pela dilapidação do patrimônio nacional, pelo desrespeito aos direitos humanos e pelo desrespeito aos direitos democráticos, garantidos na Constituição, e ameaça de retorno à ditadura militar.
E nossa luta, como sindicalistas, é justamente o oposto disso: queremos um país com geração de empregos, trabalhadores valorizados e com poder aquisitivo, com licença-maternidade, férias, décimo-terceiro salário, com a PEC das Domésticas, com aposentadoria e respeito aos aposentados, valorização dos servidores públicos, um país marcado pela convivência pacífica e produtiva entre pessoas das mais diversas raças, origens, gêneros e culturas. Queremos um Estado laico e, sobretudo, respeito aos direitos sociais e democráticos garantidos pela Constituição e à soberania nacional.
Por eleições democráticas e por dias melhores para o Brasil, conclamamos a que todos digam não a Bolsonaro.
São Paulo, 22 de setembro de 2018
Miguel Torres, presidente interino da Força Sindical
João Carlos Gonçalves, Juruna, secretário-geral da Força Sindical
Adilson Araújo, presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB)
Wagner Gomes, secretário-geral da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB)
José Avelino Pereira, Chinelo, presidente interino da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB)
Álvaro Egea, secretário-geral da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB)
José Calixto Ramos, presidente da Nova Central Sindical dos Trabalhadores (NCST)
Moacyr Auersvald, secretário-geral da Nova Central Sindical dos Trabalhadores (NCST)
Edson Índio, secretário-geral da Intersindical
Nilza Pereira, da Direção Nacional da Intersindical
Atnagoras Lopes, da Secretaria Executiva Nacional da CSP-Conlutas
Joaninha de Oliveira, Secretaria Executiva Nacional da CSP-Conlutas.
Fonte: Metropoles
Conteúdo o Estadão

Campanha eleitoral multiplica promessas que não podem ser cumpridas

Arte ZH
Em época de campanha eleitoral, o vale-tudo das promessas ganha terreno na propaganda de rádio e TV, na internet e nos panfletos distribuídos nas ruas. Em geral, a maior parte dos exageros tem origem nos candidatos a deputado estadual, deputado federal e a senador, muitas vezes por causa da acirrada concorrência. No Estado, são 852 postulantes para 55 cadeiras na Assembleia Legislativa, 422 a 31 vagas na Câmara e 15 a dois lugares no Senado
GaúchaZH acompanhou a propaganda e recolheu 10 propostas. As promessas de candidatos a deputado estadual foram submetidas ao crivo de dois graduados servidores da Assembleia Legislativa, acostumados a analisar a legalidade dos projetos de lei e as competências dos parlamentares. Por medo de represálias, eles pediram para não serem identificados. 
As propostas dos candidatos a senador e a deputado federal foram avaliadas pelo cientista político Antônio Augusto de Queiroz. Diretor de Documentação do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), Queiroz acompanha há duas décadas o dia a dia do Congresso, com ênfase na tramitação nas propostas legislativas. Para o analista, a profusão de promessas descabidas em época de eleição é fruto de desinformação dos eleitores sobre o papel dos parlamentares. 
— A maioria das pessoas não sabe o que faz um senador ou deputado, nem mesmo as atribuições e competências de cada instituição ou poder da República. Muitos candidatos se aproveitam dessa confusão e apresentam propostas que nem sequer estão na sua alçada — alerta Queiroz. 

Promessas de candidatos a deputado estadual

"Acessar o Fundo Penitenciário Nacional para construção de novos presídios"

Deputados estaduais não têm como acessar recursos federais. Criado para financiar melhorias no sistema prisional, o Fundo Penitenciário (Funpen) é formado por verbas da União, como parte das receitas de loterias e custas judiciais. Para obter recursos do Funpen, os Estados precisam firmar convênios com o Ministério da Justiça. O máximo que um deputado estadual poderia fazer é elaborar um projeto e apresentar ao Executivo do Estado. Se o governador aceitar a proposta, pode encampá-la e tentar assinar convênio com a União.

"Inclusão do RS no plano nacional da malha ferroviária"

Fernando Gomes / Agencia RBS
Assembleia Legislativa é a casa dos deputados estaduais
Não existe um plano nacional da malha ferroviária, mas sim o Plano Nacional de Logística (PNL). Lançado em março, prevê a concessão de ferrovias para reduzir o índice de 75% da produção nacional escoada por rodovias. Deputados estaduais não têm competência institucional para incluir o Rio Grande do Sul no PNL. Eles podem apenas suscitar o debate na Assembleia, buscando apoio do governo do Estado, dos deputados federais e senadores para que a inclusão da malha ferroviária gaúcha seja reivindicada junto ao governo federal.

"Garantir acesso e permanência no Ensino Superior"

Não é competência estadual legislar sobre o Ensino Superior. A União é responsável pela regulação, avaliação e supervisão de cursos superiores e também define as normas gerais de educação do país. O Rio Grande do Sul possui uma universidade estadual, mas a prerrogativa de apresentar leis criando novos órgãos estatais ou despesas públicas é exclusiva do governo do Estado.

"Contra as drogas, o aborto e a pedofilia"

A Constituição Federal é clara ao estabelecer que compete exclusivamente à União legislar sobre Direito Penal. Os deputados estaduais não têm poder para propor mudanças na atual legislação, mas podem promover políticas públicas de prevenção e conscientização, além de fomentar o debate sobre eventuais temas polêmicos na Assembleia. 

Promessas de candidatos a deputado federal

Wilson Dias / Agência Brasil
Deputados federais trabalham na Câmara

"Imposto zero para remédios"

Segundo o cientista político Antônio Augusto de Queiroz, deputados não podem zerar tributos do governo federal sem apresentar fonte alternativa de receita. 
— Não há menor chance de algo assim se realizar — diz Queiroz. 
Desde 2015, está parada no Senado uma proposta de emenda à Constituição que proíbe taxação de medicamentos, mas há controvérsia sobre a legalidade da medida, tida como inconstitucional pela maioria da Comissão de Constituição e Justiça da Casa.

"Vamos fazer o Estado crescer"

Nenhum deputado tem poder de gerar crescimento econômico nos Estados. O máximo que um parlamentar pode é apresentar projetos de lei de incentivo a determinados setores da economia ou acrescentar emendas em iniciativas legislativas do governo federal. 
— Nenhum deputado faz seu Estado crescer. Isso é uma bobagem — observa Antônio de Queiroz.

"Correção progressiva da tabela do Imposto de Renda"

Um deputado pode encaminhar proposta que modifique as atuais faixas de cobrança e alíquotas do Imposto de Renda, mas, em geral, esse tipo de iniciativa não prospera no Congresso. Segundo Antônio de Queiroz, os projetos sobre Imposto de Renda só obtêm êxito quando partem do Executivo. 
— Em geral, quando os deputados tentam legislar sobre temas econômicos, não produzem resultados. Um projeto desses nunca avançou — diz o cientista político. 

"Por um Rio Grande com gestão"

Um deputado federal não faz a gestão do Estado. Essa tarefa compete ao governador, com sua equipe de secretários. No máximo, um deputado pode influenciar o governador, sugerindo políticas públicas. Se for assumir alguma secretaria, é preciso pedir licença do mandato na Câmara. Atuando no Congresso, não tem nenhum poder de ação sobre o governo do Estado.

Propostas de candidatos a senador

"O senador tem poder para regular o preço da energia elétrica"


Marcos Oliveira / Agência Senado
Senadores se reúnem no senado
Nenhum senador consegue regular preços. É papel dele sabatinar e aprovar, ou não, os integrantes das agências reguladoras. Os diretores dessas agências, a quem cabe regular o preço de tarifas como a de energia elétrica, são indicados pelo presidente da República. 
— O máximo que um senador pode fazer é questionar esses diretores durante a sabatina e depois votar contra ou a favor da nomeação — afirma Queiroz.

"Vamos gerar emprego"

Um senador pode trabalhar na perspectiva de aprovar políticas públicas de estímulo à economia. Em geral, crescimento econômico com geração de emprego deriva das diretrizes macroeconômicas do governo federal. 
— Um senador pode contribuir com ideias, votar a favor de iniciativas que ampliam o mercado de trabalho, mas não tem como gerar emprego — sustenta Queiroz. 

LADRÕES ARROBAM CASA DE MECÂNICO E LEVAM VÁRIOS OBJETOS NA CIDADE DE SÃO JOSÉ DO EGITO


A Equipe ROCAM foi informada pela Central da 3ª CPM que havia ocorrido um furto no Bairro São Borja, São José do Egito- PE. O policiamento deslocou-se ao local e constataram o ocorrido, tendo a vítima J. E. A. O, 30 anos, casado, mecânico, informada que sua esposa foi buscar o seu filho na escola e quando chegou em casa a porta da cozinha havia sido arrombada, e que foi furtado uma TV CCE 28 polegadas, um som LG, um receptor TocomSat e um lençol. O policiamento realizou diligências no intuito de localizar o autor, porém sem êxito. A ocorrência foi encaminhada à DP Local para serem tomadas as medidas cabíveis.

AGRICULTORA DE 66 ANOS É ENCONTRADA MORTA EM SUA CASA NA ZONA RURAL DE SÃO JOSÉ DO EGITO


A GT Ordinária foi informada por telefone que uma mulher havia sido encontrada sem vida em sua residência Zona Rural, São José do Egito-PE. O policiamento chegando ao local do fato tomou conhecimento através da testemunha, irmão da vítima M. F.S. L, 66 anos, casada, agricultora., que informou que vizinhos teriam encontrado o cadáver e lhe avisado. De imediato o policiamento informou a Polícia Civil que foi ao local e encaminhou o corpo para o IML. Foi verificado que a residência não tinha sinais de arrombamento, a envolvida não tinha sinais de violência e há vários dias vinha ingerindo bebida alcoólica sem controle, segundo a testemunha. Diante dos fatos a ocorrência foi passada à disposição da DP Local para serem tomadas as medidas cabíveis.

Homem de 36 anos alega namorar menina de 13 anos e vizinha denuncia

Um homem de 36 anos foi preso na quinta-feira (20) depois que uma pessoa fez uma denúncia anônima à Polícia Militar sobre o “namoro” dele com uma menina de 13 anos.
Segundo a assessoria da PM, a relação dele com a garota chamava a atenção de vizinhos e uma mulher resolveu denunciar, afirmando que o caso não seria uma relação permitida pela legislação, mas sim, crime de estupro.
Aos policiais, o suspeito confirmou que a relação era realmente um namoro. Em revista à casa dele, os militares ainda encontraram uma espingarda calibre 36, uma espingarda de pressão 5.5 e quatro munições.
Ele acabou preso por manter em casa, armas sem registro e porte, e, segundo a PM, ainda responderá por estupro de vulnerável.
Pelo Código Penal, “configura crime de estupro de vulnerável qualquer ato libidinoso com menores de 14 anos ou com alguém que, por enfermidade ou deficiência mental, não tem o necessário discernimento para a prática do ato ou, por qualquer outra causa, não pode oferecer resistência”. Denuncie, disque 100.
Fonte: O Livre

Amigas vencem câncer juntas e comemoram com sessão de fotos




Chloe, Lauren, McKinley e Avalynn - Foto: Johns Hopkins Hospital



Quatro meninas, que venceram o câncer juntas e ficaram amigas durante o tratamento, se reuniram agora para comemorar a vida: “sobreviventes”.
Chloe, Lauren, McKinley e Avalynn – de 4 e 5 anos de idade – celebraram a remissão da doença em uma sessão de fotos divertida, nesta semana.
As garotas fizeram tratamento no Hospital Johns Hopkins All Children, em St. Petersburg, na Flórida, EUA, nos últimos três anos.
Só que desta vez as fotografias no saguão do hospital foram sem lenços na cabeça, como faziam por causa da quimioterapia desde que se conheceram.
Todas usaram saias de bailarinas, como sempre fizeram e camisas que diziam: “Sobrevivente”.
A mãe de McKinley, Karen Moore, disse que a reunião foi “incrível”, mas também “agridoce”.
“Enquanto nós amamos estar lá e ver nossas meninas compartilhando este momento, perdemos muitos amigos ao longo do caminho que não puderam participar de algo assim, então isso nos lembra como somos sortudos “, disse Moore. disse.
McKinley, Ava e Lauren tinham leucemia linfoblástica aguda, enquanto Chloe sofria de uma forma rara de câncer de pulmão.
Lauren foi a última a concluir seu tratamento em 10 de setembro.

As amigas na época do tratamento – Foto: Johns Hopkins Hospital


Veja a alegria delas e a sessão de fotos no vídeo:
Com informações do InsideEdition

http://www.sonoticiaboa.com.br/2018/09/22/amigas-vencem-cancer-juntas-comemoram-sessao-fotos/

GRUPO DE SOCORRISTA REALIZA PALESTRA PARA ATLETAS NO ALTO DO DICINHA EM TABIRA


Na noite desta sexta-feira (21) o GSVT (Grupo de Socorristas Voluntários de Tabira), realizou no Alto Dicinha, no Sítio Santa Maria, município de Tabira, saída para Afogados, uma palestra para os moradores e principalmente para os jogadores que fazem atividade esportiva, tais como, futebol de campo, entre outros.
Durante a palestra foi discutido e explicado como devemos agir durante uma parada cardiorrespiratória (PCR), Parada Respiratória (PR) e/ou convulsão, onde o presidente do GSVT, explicou e mostrou como se deve atuar diante das duas situações, caso venha a acontecer antes, durante ou após uma prática de esportes.
Estiveram na palestra, moradores daquela localidade, o vereador Dicinha, o comando Ellen, os condutores J. Campos e Ricardo, atletas, entre outras.








sexta-feira, 21 de setembro de 2018

CELULAR É ENCONTRADO NA CADEIA PÚBLICA DE AFOGADOS


O policiamento foi acionado pela permanência da 1ªCPM/23ºBPM para se deslocar até a cadeia pública de Afogados da Ingazeira-PE, e verificar a suspeita de um detento está efetuando ligações de um aparelho celular marca NOKIA. Chegando na cadeia pública e após revista nas celas, foi encontrado o aparelho e verificado os números de IMEI 01-xxxxxxxx e 02- yyyyyyyyy. O envolvido F. B. da S. F., juntamente com o celular foi apresentado à D.P. local para as medidas legais cabíveis.

Um dos líderes do furto Banco Central em Fortaleza é preso, 13 anos depois

Treze anos após o furto de R$ 164,7 milhões dos cofres do Banco Central em Fortaleza, ocorrido em 2005, a polícia prendeu um dos líderes da quadrilha. Raimundo Laurindo Barbosa Neto foi detido nesta terça-feira (18) em Boa Viagem, cidade a 220km da capital cearense.
Laurindo foi julgado pela participação no furto e condenado a 17 anos de prisão, mas nunca cumpriu a pena e era foragido da Justiça. Ele também é acusado de tráfico de drogas e associação criminosa. O criminoso será encaminhado à Delegacia de Combate às Ações Criminosas Organizadas (Draco). Até a última atualização desta reportagem, a Secretaria de Segurança do Ceará não havia comentado o caso.
Há pouco mais de um mês, a Polícia Militar do DF prendeu outro envolvido no crime. O homem de 36 anos foi detido na porta de casa, no Paranoá, após dias de monitoramento iniciado com uma denúncia anônima. O assalto causou tanta repercussão que foi motivo de um filme produzido mostrando os passos do ataque ao banco e dos seus integrantes.

Como foi o crime

Na madrugada de 5 para 6 de agosto de 2005, ladrões entraram na caixa-forte do Banco Central localizado em Fortalzea por meio de um túnel e levaram mais de três toneladas em notas de R$ 50, passando por baixo de uma das mais movimentadas vias do centro da capital. O túnel partia de uma casa alugada pela quadrilha.
O furto ao banco ficou nacionalmente famoso devido à complexidade. O túnel tinha 90m de extensão e mais de 130 pessoas foram denunciadas por participação no crime. Esse é considerado o maior roubo a banco do país, e o terceiro do mundo. 

Fonte: correiobraziliense

Ideologia de gênero pode tornar pedofilia “normal”, alerta educadora

Damares Alves afirma que a escola está causando confusão na identidade das crianças.

 
                                              Damares Alves. (Foto: Facebook / Damares Alves)
Médicos, psicólogos, cientistas e educadores se dividem quando o tema é “ideologia de gênero”. Depois da polêmica, no início deste ano, quando os psicólogos foram proibidos de tratar travestis e transexuais que buscam ajuda, muitas águas rolaram.
Logo em seguida, o Conselho Regional de Medicina de São Paulo (CREMESP) se posicionou contra as “ideologias” aplicadas nas escolas sem embasamento científico.
Na plenária que aconteceu no primeiro semestre, com o tema “Desenvolvimento Psicossexual da Criança e do Adolescente” algumas questões foram levantadas sobre saúde mental e ideologia de gênero.
Nas observações apresentadas por especialistas “é negligente, irresponsável e alienante consentir ou induzir as crianças a fazerem escolhas prematuras, já que são desprovidas de maturidade para tal”.
Para Damares Alves, advogada e educadora, vivemos uma “verdadeira guerra”. Em entrevista exclusiva ao Gospel Prime ela explica que de um lado está a ideologia de gênero e de outro a ideologia de Gênesis.
Identidades de gênero no Brasil
A assessora jurídica da Frente Parlamentar da Família, no Senado Federal, comentou que esteve na semana passada, em entrevista com o bispo Vitor Paulo, em Brasília. Durante a conversa, ela esclareceu que “os pais achavam que era só gay, lésbica, travesti, homossexual e bissexual” que existia como forma de identidade de gênero.
Mas, Damares informou que foram catalogadas setenta identidades de gênero, no Brasil. “E são as identidades mais estranhas possíveis, que a gente não consegue entender todas elas. E detalhe: as crianças estão conhecendo as setenta”, lamentou.
Segundo ela, a confusão na mente de crianças e adolescentes é tão grande que aumentou o número de suicídio nessa faixa etária e também os casos de depressão. “Estão confundindo essas crianças em suas identidades biológicas”, protesta.
Pansexualidade
“Estão dizendo para nossas crianças que elas podem ser pansexual […] pessoa que se relaciona com tudo e com todos”, esclarece.
Ela cita o caso de uma mulher nos Estados Unidos que “se apaixonou por uma árvore e está pedindo a permissão para casar com a árvore agora”, conta.
No Brasil “eles mostram como exemplo do mais famoso pansexual, o cantor de rock Serguei, aquele senhorzinho de idade já”, disse ao se referir ao vocalista carioca.
“Ele já deu várias entrevistas por aí falando que ele estava se relacionando com uma bicicleta. Isso é um pansexual”, esclarece.
Zoofilia
“Veja a minha preocupação: se o pansexual se apaixona por tudo e por todos, por trás de ‘tudo’ estão animais? Entenderam? Será que eles vão trocar alguns termos pra dizer que o sexo com animais é identidade de gênero?”, dispara.
“Quero dar um recado para o Brasil: o Canadá, em julho de 2016, já legalizou o sexo entre homens e animais […] então, daqui a pouco, zoofilia vai ser pansexualidade?”, questiona.
Pedofilia
A educadora também coloca em pauta se a pansexualidade também não vai abrir uma brecha para a pedofilia. “Atrás desse ‘todos’ estão as crianças? Será que se apaixonar por criança vai ser pansexualidade e pedofilia terá outro nome?”, interroga.
“Percebam que a ideologia de gênero é desastrosa e nós temos que fazer a resistência”, alerta. Ela revela que existe um projeto de lei no Senado que pretende transformar a homofobia em “crime de racismo”.
Enfrentando os projetos de lei
“Gay não é raça”, assegura. Damares explica que um pastor pode ser preso então, por crime de racismo, ao pregar o que está escrito na Bíblia sobre homossexualidade, caso um projeto desse seja aprovado.
O crime é “inafiançável e imprescritível”. Há também outra proposta de lei na Câmara para transformar a homofobia em “crime contra a humanidade”.
“Como se fosse crime de tortura, tipo o nazismo. Eles estão atuando de uma forma muito agressiva e nós vamos precisar ter a nossa bancada pra fazer o enfrentamento”, explica. “O Congresso Nacional ainda pode ser o lugar da resistência”, afirmou.
Pressão social sobre crianças e adolescentes
“Estão apresentando às crianças uma sopa de terminologias. A pansexualidade é uma delas. Mas estão dizendo também que a criança pode ser sissexual”, apresenta. Asissexualidade identifica as pessoas que aceitam o gênero de seu nascimento.
“Para quê tanta terminologia? É para confundir crianças. Homem é homem, mulher é mulher. Por que inventaram a tal da sissexualidade?”, questiona.
Damares explica que essa é uma forma de promover a ideologia de gênero. “Pesquisas estão revelando que adolescentes estão se autodeclarando transgênero, sem ser transgênero”, disse.
“É moda, tá todo mundo falando nisso […] a escola causou uma confusão na identidade e qual é o resultado disso? O número de crianças e adolescentes com depressão no Brasil é muito grande”, declara.
Diversidade sexual e ideologia de gênero
Segundo a educadora a diversidade sexual existe e isso fica claro através da existência dos gays, lésbicas, travestis e homossexuais. “Já a ideologia de gênero é algo mais complexo, é uma desconstrução de identidade”, explica.
“Se ninguém nasce homem ou mulher, então ninguém nasce gay ou lésbica. Veja a confusão […] a ideologia de gênero então traiu o movimento gay”, lembra.
Damares explica que, por muito tempo, eles afirmaram que “gay nasce gay” e que não era uma questão de comportamento, mas defendiam ser natureza genética. “E agora você escolhe o que quer ser? Logo, o próprio movimento gay começa a questionar essa ideologia de gênero”, pondera.
Guerra de todos nós
“Teremos que fazer uma contrarrevolução cultural. A ideologia de gênero já está enraizada no Brasil há mais de 30 anos”, incentiva. A assessora acredita que os pais terão que interferir mais na vida dos filhos e explicar tudo o que está acontecendo.
“Para minha surpresa, juízes da Vara da Infância afirmaram que a ideologia de gênero é uma modalidade de violência contra a criança”, revela.
“Que os pais abracem seus filhos e expliquem que são meninas ou meninos, porque Deus os fez assim. Que as mães comprem vestidos e saias para suas meninas. Me preocupa muito a neutralidade da roupa”, alerta.
“Vamos começar a reafirmar a feminilidade da menina e a masculinidade do menino. Todos nós temos que entrar nessa guerra”, sugere.
Ideólogos estão trazendo uma loucura para a vida de crianças e adolescentes. “Tenho feito desafios nas igrejas, para que as mulheres se vistam de forma mais feminina, pra que as meninas se inspirem nelas”, disse.
Ela conta que fala o mesmo para os homens e que esse incentivo tem dado certo. Crianças se espelham nos adultos. “É uma guerra do dia a dia, nas igrejas qualquer pessoa pode se envolver. Eu acredito que dá pra todo mundo se envolver nessa contrarrevolução cultural”, conclui.

Agência Nacional das Águas aprova rateio da água do Rio São Francisco entre Paraíba e Pernambuco


Agência Nacional das Águas (ANA) aprovou o rateio das águas do Eixo Leste da transposição do Rio São Francisco entre os estados da Paraíba e Pernambuco. A resolução, publicada no Diário Oficial da União, aprova o primeiro Plano de Gestão Anual (PGA) para o Projeto de Integração do Rio São Francisco (PISF).
No total, a Paraíba vai receber 4,672 m³/s. De acordo com o Plano, serão abastecidas as cidades de Campina Grande, Monteiro, Sumé, Camalaú, Caraúbas e São Domingos do Cariri, além de outros municípios que recebem água a partir do açude de Boqueirão, pequenas comunidades agrícolas e comunidades rurais localizadas ao longo do Eixo Leste da Transposição do São Francisco.
O estado de Pernambuco vai receber, por meio do Eixo Leste, 0,75m³/s para o abastecimento das cidades de Sertânia, Tabira, São José do Egito, Arcoverde, Pesqueira e outras pequenas comunidades.
Apesar da resolução ter aprovado o rateio da água para o Eixo Leste da Transposição do Rio São Francisco, o trecho está em fase de pré-operação desde março de 2017. Por isso outras etapas ainda deverão acontecer, como a assinatura dos contratos entre as operadoras estaduais e a CODEVASF, operadora federal do projeto, e a licença de operação do projeto - a ser emitida pelo IBAMA.

Fonte: G1

Ministro da Segurança Pública não descarta abertura de 2º inquérito sobre atentado a Bolsonaro


O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, não descartou a possibilidade da abertura de um segundo inquérito para apurar o atentado contra o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), caso haja indícios de que houve coautoria, ou seja, a participação de outras pessoas no crime.
“Nossa posição é de esclarecer tudo. É algo que suscita muitas dúvidas e queremos esclarecer tudo. Se necessário, abriremos uma segunda investigação para apurar todo e qualquer indício. Se existir qualquer possibilidade de coautoria, evidentemente vamos trazer à conhecimento da imprensa e da sociedade”, disse Jungmann.
O ministro se reuniu no final da manhã desta terça-feira, 18, com a presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Rosa Weber, para falar da segurança nas eleições e também tratou do caso de Bolsonaro.
“O primeiro inquérito, que visa definir autoria, materialidade e etc, está sendo cumprido no prazo. Se necessária a prorrogação, será muito pequena, e a coautoria seria investigada em outro inquérito”, explicou o ministro. 


Fonte: Estadão

Médicos do Recife decretam greve por tempo indeterminado

                 A decisão de decretar greve foi unânime, durante a assembleia / Foto: Divulgação/Simepe
               A decisão de decretar greve foi unânime, durante a assembleia - Foto: Divulgação/Simepe

Falta de medicamentos, insegurança e infraestrutura precária motivaram os médicos da Prefeitura do Recife a decretarem greve, nesta quinta-feira (20), por tempo indeterminado.Os serviços de exames e consultas marcadas ficarão suspensos a partir da sexta-feira (21), quando se inicia a greve oficialmente. De acordo com o Sindicato dos Médicos de Pernambuco (Simepe), será mantido o funcionamento normal das urgências e emergências das unidades de saúde, maternidades e capes municipais.
Acordos feitos com a gestão municipal desde 2017 estavam sendo aguardados pelos profissionais de saúde desde janeiro deste ano, e até então, não receberam nenhum retorno da pasta responsável. "Vários pontos foram discutidos, entre eles, a segurança das unidades, ronda de vigilantes, que é algo mais do que necessário, pois há vários relatos de criminalidade nos estacionamentos dos hospitais", relata Tadeu Calheiros, presidente do Sindicato.
Ainda segundo o Simepe, foi prometido pela Prefeitura do Recife o melhoramento de 18 pontos de atendimento ao paciente. "Apenas um foi entregue, e outros nem sinal de alguma mudança", lamenta Tadeu. Também estava prevista a construção de cinco unidades de saúde, mas, até a decisão da greve, apenas duas começaram a ser feitas, e outras três ainda nem têm previsão de início.
Outra reivindicação da categoria é a falta de medicamentos. "Temos 50% dos pacientes de saúde mental que não recebem medicamentos corretos, pois não tem nada em estoque", diz o presidente do sindicato. Faltam remédios essenciais, como dipirona. Gases, soros, luvas, agulhas e seringas também são escassas.
A remuneração dos médicos municipais é um outro item questionado pelos grevistas. Eles pedem novos concursos públicos para aumentar o quadro de profissionais, o que havia sido prometido pela Prefeitura para o segundo semestre deste ano, mas não foi cumprido. A equiparação do salário, que está 4.91% a menos que o dos profissionais de saúde do Estado, também é outro ponto discutido.
"A greve só para quando tivermos vigilantes, propostas de segurança eficazes, iluminação nas áreas externas dos hospitais e planejamento das construções prometidas, medicamentos e condições de trabalho que possam dar a estrutura adequada para recebermos os pacientes", pontua Tadeu.

Nota da Prefeitura do Recife


"A Prefeitura do Recife lamenta o uso deste tipo de expediente como forma de manifestação e reitera que o canal de diálogo com a categoria sempre esteve aberto. A Prefeitura lembra ainda que de 2013 até hoje, a categoria foi contemplada com reajuste acumulado de 32,95%, sendo 4,04% dado este ano, além das progressões de carreira que impactam diretamente na remuneração".

Residentes do HGV já estavam em greve


Os médicos residentes do Hospital Getúlio Vargas (HGV), no bairro do Cordeiro, Zona Oeste do Recife, decidiram decretar greve por tempo indeterminado nessa segunda-feira (17). A paralisação acontece para denunciar as condições precárias de atendimento, a falta de insumos básicos para a realização de procedimentos médicos e a ausência de medicamentos.
Já a direção do HGV informou, através de nota, que está abastecida dos insumos necessários para as cirurgias e que as faltas são pontuais, havendo um esforço da gestão para resolver caso a caso. O hospital também afirma que, com um curto-circuito no ar-condicionado do Centro de Material e Esterilização (CME), no último dia 8, foi necessário interromper algumas cirurgias enquanto toda área era higienizada, evitando qualquer risco para os pacientes. Mas, segundo a coordenação do centro de saúde, a situação do CME já foi normalizada. 
O HGV também se posicionou sobre a paralisação dos residentes na mesma nota. A direção explicou que vem dialogando com os representantes da categoria para resolver a situação e, com isso, não prejudicar os pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). O hospital também garantiu que, durante a greve, os procedimentos cirúrgicos estão realizado pelos preceptores, dentro da capacidade da equipe.
Finalizando, o hospital afirmou em nota que nos próximos dias será entregue a nova emergência da unidade, com 100 leitos, com o objetivo de trazer mais conforto para pacientes, acompanhantes e profissionais de saúde que atuam no HGV.

Fonte: JC Online
Atualizada às 17h55