segunda-feira, 1 de outubro de 2018

Chances de título do Flamengo despencam após empate com o Bahia

Flamengo empatou com o Bahia na Fonte Nova
Flamengo empatou com o Bahia na Fonte Nova - 
Rio - As chances de título brasileiro estão cada vez menores para o Flamengo. O empate com o Bahia, sábado à noite, na Fonte Nova, fez com que o Rubro-Negro carioca ficasse com apenas 2,1% de possibilidades, de acordo com o site 'Chance de Gol', especializado em estatísticas.
O Palmeiras aparece como favorito ao título, com 40,3%. Na sequência temos o Internacional-RS, com 38,5%, São Paulo (8,5%) e Grêmio (10,1%).
Na zona de baixo da tabela, os cariocas seguem ameaçados. O Fluminense tem apenas 2% de possibilidades de rebaixamento e o Botafogo aparece com 18,9%. O Vasco ainda encara o Paraná nesta segunda-feira.
Fonte: O Dia

Na última semana, Paulo Câmara multiplica campanha de rua


Interessado em garantir a reeleição no primeiro turno, o governador Paulo Câmara (PSB) vai intensificar a campanha de rua na última semana, realizando múltiplos atos no mesmo dia, priorizando eventos na Região Metropolitana, onde estão 42% dos eleitores pernambucanos. Dois eventos estão sendo apontados como prioridade pelo PSB até o domingo que vem, dia do 1º turno: o debate da TV Globo na terça-feira (2) e o último comício, que acontecerá no Recife, na quinta-feira (4).
“A última semana é importante para o fechamento. É onde os indecisos tomam uma posição. Então, vamos intensificar o trabalho na próxima semana porque é fundamental. Em toda eleição a gente sabe que a última semana tem um papel importante”, afirmou o governador.

Preço da gasolina bate recorde e chega ao maior valor em dez anos

Foto: Tomaz Silva/ Agência Brasil
RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) – O preço da gasolina nos postos brasileiros chega às vésperas da eleição no maior patamar dos últimos dez anos, aumentando a pressão sobre a política de reajustes instituída pela Petrobras durante o governo Michel Temer.
Entre os principais candidatos à Presidência da República, é quase consenso que o modelo deve sofrer algum tipo de mudança. Apenas Jair Bolsonaro (PSL) apresenta em sua proposta uma fórmula parecida com a atual.
Nesta semana, a gasolina foi vendida em média no Brasil a R$ 4,65 por litro, de acordo com dados da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis), alta de 0,5% com relação à semana anterior.
Desconsiderando picos provocados pelo desabastecimento durante a greve dos caminhoneiros, é o maior valor desde janeiro de 2008 (corrigidos pela inflação), quando a cotação do petróleo se aproximava dos US$ 100 (R$ 400, na cotação atual) por barril. Em junho daquele ano, chegou a bater em US$ 140 por barril (R$ 560). Nesta sexta (21), o petróleo Brent fechou a US$ 78,80 (cerca de R$ 315).
Além do efeito da cotação do petróleo, a escalada dos preços em 2018 é fruto da valorização do dólar, uma vez que a política adotada pela Petrobras desde outubro 2016 determina que a venda do combustível no país deve acompanhar o valor do produto importado -o que inclui repassar a variação cambial.
No ano, o reajuste acumulado do preço da gasolina nas refinarias da estatal soma 29%, já descontada a inflação do período. Nas bombas, o aumento acumulado é de 10%, também descontada a inflação.
Quatro dos cinco candidatos com maiores intenções de votos segundo as pesquisas, defendem mudanças em relação ao modelo atual. A profundidade das mudanças varia, porém, de acordo com o posicionamento econômico das candidaturas.
Marina Silva (Rede) e Geraldo Alckmin (PSDB) dizem que, se eleitos, manterão preços alinhados às cotações internacionais, mas propõem instrumentos para suavizar o repasse das variações ao consumidor.
“O mercado de petróleo e o câmbio são livres”, disse, em nota, a campanha de Marina. “No entanto, a economia interna não deve estar sujeita à tanta volatilidade”. Ela propõe a adoção de um sistema de médias móveis, que podem ser trimestrais.
Atualmente, a Petrobras usa sistema parecido na definição dos preços do gás de botijão de 13 quilos. A cada três meses, o valor é reajustado com base na variação das cotações internacionais e do câmbio nos doze meses anteriores.
Essa metodologia foi adotada após a política anterior levar o preço do botijão às alturas e forçar 1,2 milhão de residências brasileiras a usar lenha e carvão para cozinhar.
Em 2018, após três reajustes, o preço do gás nas refinarias acumula queda de 8% em relação ao fim do ano anterior.
Alckmin defende reajustes com periodicidade fixa e alíquotas flexíveis para impostos federais e estaduais, medida que dependeria de acordo com os estados. “As alíquotas devem cair quando há alta no preço internacional ou desvalorização da moeda e subir no caso oposto”, diz a campanha tucana.
Fernando Haddad (PT) e Ciro Gomes (PDT) propõem mudanças no cálculo dos preços, reduzindo o peso das cotações internacionais e do câmbio. “A política de preços de combustíveis da Petrobras será reorientada”, diz o programa de governo do petista.
“O mercado brasileiro é aberto a importações, mas isso não significa que o petróleo retirado no Brasil, aqui transportado e refinado, com custo bem menor que o internacional, seja vendido aos brasileiros segundo a nova política de preços da Petrobras do governo Temer”, afirma o texto.
Em seu programa de governo, Ciro propõe “a estabilidade de preços importantes, como o petróleo, no mercado interno (sempre resguardando a rentabilidade das empresas produtoras desses bens)”, mas não dá maiores detalhes.
Em entrevistas, o candidato tem dito que o cálculo dos preços deve considerar parcelas dos custos em real, ao invés das cotações internacionais em dólar. Sua campanha não respondeu ao pedido de entrevistas sobre o tema.
Já o líder das pesquisas, Jair Bolsonaro, defende em seu programa o alinhamento aos preços internacionais com mecanismos de proteção financeira -conhecidos com hedge- para suavizar as flutuações de curto prazo, proposta parecida ao modelo praticado pela Petrobras hoje.
Há duas semanas, a estatal anunciou a possibilidade de segurar os repasses por até 15 dias, usando mecanismos de hedge, que contemplam a compra e venda de contratos futuros de câmbio e combustíveis para se proteger das flutuações.
O preço da gasolina em suas refinarias está congelado há dez dias, em uma indicação de que o mecanismo está sendo usado no momento. A empresa, porém, não confirma. Procurada, não quis comentar as propostas de mudança na política de preços.
Em reuniões com representantes dos candidatos, porém, executivos da estatal têm defendido que a manutenção de preços alinhados ao mercado internacional é fundamental para o esforço de redução de seu endividamento.
Em uma tentativa de blindar a política atual, a gestão da companhia colocou em estatuto no fim de 2017 cláusulas que obrigam o governo a ressarci-la em caso de concessão de subsídios. A avaliação é que, assim, mudanças abruptas terão que passar por assembleia de acionistas.

Lewandowski manda cumprir decisão que autoriza entrevistas com Lula

                  Na sexta-feira (28), Lewandowski tinha emitido liminar autorizando Lula a conceder entrevistas na carceragem da Polícia Federal / Foto: Reprodução/Arquivo Brasil
Na sexta-feira (28), Lewandowski tinha emitido liminar autorizando Lula a conceder entrevistas na carceragem da Polícia Federal - Foto: Reprodução/Arquivo Brasil
ABr

O ministro do Supremo Tribunal Federal Ricardo Lewandowski determinou nesta segunda-feira (1) que o magistrado responsável pela 12ª Vara Federal de Curitiba e o Superintendente da Polícia Federal de Curitiba (PR) “permitam, com urgência e imediatamente”, o acesso dos jornalistas Mônica Bergamo, da Folha de São Paulo, e Florestan Fernandes, com equipe técnica e equipamentos, para entrevistarem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Na sexta-feira (28), Lewandowski tinha emitido liminar autorizando Lula a conceder entrevistas na carceragem da Polícia Federal, em Curitiba, onde está preso desde 7 de abril. Os pedidos de entrevista foram feitos pelos jornalistas Mônica Bergamo, daFolha de São Paulo, e Florestan Fernandes. Os jornalistas reclamaram ao STF depois de decisão da 12ª Vara Federal de Curitiba de negar acesso da imprensa a Lula.
Em seguida à decisão de Lawandowski, o ministro Luiz Fux, também do Supremo, suspendeu a decisão, em resposta à reclamação do Partido Novo, que se opôs à autorização para entrevistas nas vésperas das eleições.

Cumprimento da decisão


Nos mandatos expedidos nesta segunda-feira, o ministro Lewandowski acolheu as petições dos jornalistas e determinou o cumprimento de sua decisão da última semana. O ministro acrescenta no despacho que a apresentação da decisão proferida na Superintendência da PF seja suficiente para sua execução, “sob pena de configuração de crime de desobediência, com o imediato acionamento do Ministério Público para as providências cabíveis, servindo a presente decisão como mandado”.

Haddad é 'mais fácil' de derrotar no segundo turno, diz Mourão

                   Mourão disse que a tendência é buscar negociação com Álvaro Dias e Amoêdo e atrair eleitorado de Alckmin / Fotos: AFP/ Instituto Lula
Mourão disse que a tendência é buscar negociação com Álvaro Dias e Amoêdo e atrair eleitorado de Alckmin
Fotos: AFP/ Instituto Lula
Estadão Conteúdo

O general da reserva Hamilton Mourão (PRTB), que nas eleições 2018 é o candidato a vice na chapa de Jair Bolsonaro (PSL), avaliou nesta segunda-feira, 1º, que o presidenciável Fernando Haddad (PT) é o concorrente "mais fácil" de derrotar no segundo turno. "Eu acho que não tem mais fuga. Se o Bolsonaro não vencer no primeiro turno, o segundo será disputado com Haddad", disse. "É bom porque vamos capitalizar o sentimento que existe no País, que não quer a volta desse grupo à Presidência da República."
Ele deu essas declarações ao desembarcar em Brasília, onde visita a família. Na conversa com jornalistas, Mourão disse que, após a votação do dia 7, a tendência é a campanha buscar uma negociação com candidatos como Álvaro Dias (Podemos) e João Amoêdo (Novo) e atrair parcela do eleitorado de Geraldo Alckmin (PSDB).
Mourão avaliou que ainda há possibilidade de uma vitória da chapa no primeiro turno e relatou que teve encontro nesse domingo, 30, no Rio de Janeiro, com Bolsonaro, que pediu para evitar declarações polêmicas. "Estou num silêncio obsequioso", disse Mourão. "Ele julgou que temos que manter a calma nesta semana", relatou. O candidato a vice reclamou que suas últimas declarações foram distorcidas. "É aquela história: eu sou sincero e as pessoas aproveitam."

'Perdeu, perdeu'


Questionado sobre declaração de Bolsonaro, de que não aceitaria a derrota, Mourão disse que o candidato já voltou atrás. "Perdeu, perdeu. Se o Brasil voltar a eleger o Partido dos Trabalhadores, nós vamos ter incompetência, má gestão e corrupção", afirmou. "Isso será muito ruim para o País."
A uma pergunta sobre possíveis contestações no setor militar ao resultado das urnas, Mourão disse que não existe "nada" disso e as Forças Armadas estão "quietinhas" e "sob o comando de seus comandantes". "Olhe, não são as Forças Armadas que estão falando que querem tomar o poder. Isso é o Zé Dirceu que anda falando aí, que quer acabar com o Ministério Público. Imagine se eu falasse um negócio desses? E ninguém comenta."
Mourão minimizou a dificuldade da campanha de conquistar o eleitorado feminino e a série de protestos do movimento "Ele não" e ressaltou as carreatas pró-Bolsonaro. "As manifestações (do final de semana) mais ou menos se equivaleram", avaliou. Ele disse que começou a assistir ao debate de ontem dos candidatos na TV Record, mas foi "dormir" porque estava "muito ruim".

Neutro no 1º turno, PSB vai se posicionar contra Bolsonaro no 2º


"Nossa decisão já é evidente: contra o Bolsonaro", disse o presidente do PSB, Carlos Siqueira - Foto: Diego Nigro/ JC Imagem
Estadão Conteúdo

Independentemente de quem seja o adversário de Jair Bolsonaro (PSL) no segundo turno das eleições 2018, o PSB já tem uma posição definida: a sigla ficará contra o candidato do PSL. No primeiro turno, o partido comandado por Carlos Siqueira, presidente da legenda, optou por permanecer neutro por pressão do PT, que temia que a sigla apoiasse Ciro Gomes (PDT). Desta vez, no entanto, a posição do PSB será apoiar qualquer um que enfrente Bolsonaro.
"Começa a ficar claro, salvo alguma mudança de rumo, o que vai ser no segundo turno: Haddad é (adversário) mais provável. Evidentemente que não (ficaremos neutros). O PSB ficou entre Haddad e Ciro Gomes no primeiro turno. Independentemente de quem for para o segundo turno contra o Bolsonaro, nossa decisão já é evidente: contra o Bolsonaro", disse Carlos Siqueira à reportagem.
Na avaliação de Siqueira, a possibilidade de Ciro Gomes ir ao segundo turno é "remota". Então o partido dá como certo o apoio ao PT, do presidenciável Fernando Haddad. Ainda que tenha ficado neutro, o PSB já havia sinalizado repudio à candidatura de Bolsonaro em agosto, quando realizou seu Congresso Nacional. Na ocasião, o partido decidiu deixar seus candidatos estaduais livres para escolherem quais candidatos à Presidência apoiariam. A única restrição da Executiva foi vetar qualquer apoio justamente a Bolsonaro, o que não seria aceito em "hipótese alguma".

Posicionamento


Essa posição do PSB tem sido levada à risca. Duas semanas atrás, por exemplo, o presidente do PSB, Carlos Siqueira, decidiu expulsar o prefeito de Chapecó (SC), Luciano Buligon, do partido. O motivo foi a decisão de Buligon de anunciar apoio para a candidatura do presidenciável do PSL, o que contrariou a decisão da Executiva da sigla. A ideia do partido é de que a expulsão servisse de alerta a outros filiados inclinados a fazer o mesmo
Resta saber se todos os candidatos do PSB a governos estaduais seguirão essa determinação da Executiva Nacional também no segundo turno. Ao menos três candidaturas da sigla nos Estados estão próximas de Ciro e mostraram alguma resistência em relação ao PT. É o caso de Renato Casagrande (PSB-ES), Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) e Marcio França (PSB-SP). Casagrande, inclusive, tem mostrado vigor nas pesquisas de intenção de voto. Por outro lado, o partido de Carlos Siqueira tem candidaturas próximas ao PT no Nordeste. Os casos mais emblemáticos são os de Paulo Câmara (PSB-PE) e João Azevedo (PSB-PB).

Marina Silva vai a evento contra Bolsonaro e diz que ele “está amarelando”


Uma declaração polêmica e outra um pouco cômica e provocadora, é assim que muitos enxergaram os posicionamentos dos candidatos à Presidência da República Jair Messias Bolsonaro e Marina Silva, ambos desse último final de semana.
O candidato do PSL, Jair Bolsonaro, foi entrevistado na sexta-feira (28) pelo apresentador José Luiz Datena ainda no hospital Israelita Albert Einstein. Questionado sobre uma possível derrota na eleição que terá seu primeiro turno já neste domingo, o presidenciável disse que não aceita outro resultado, senão a sua eleição.
Antes, porém, Bolsonaro frisou que a sua fala não diz respeito ao posicionamento dos militares, mas sim de um ponto de vista pessoal. “Sobre as instituições militares aceitarem o resultado, eu não posso falar pelos comandantes militares. Eu, pelo que eu vejo nas ruas, eu não aceito resultado das eleições diferente da minha eleição. Isso é um ponto de visto fechado”, disse o candidato.
A declaração foi amplamente repercutida pela mídia como uma possível ameaça à democracia. Todavia, questionado logo em seguida por Datena, Bolsonaro negou, sugerindo que a sua posição está baseada na suspeita de uma possível fraude.
“É um sistema eleitoral que não existe em nenhum lugar do mundo”, disse Bolsonaro, referindo-se às urnas eletrônicas. “Eu apresentei um antídoto para isso. A senhora Raquel Dodge [procuradora-geral da República] questionou”.
“Não confiamos em nada no Brasil. Até concurso da Mega-Sena a gente desconfia de fraude. Estou desconfiando de alguns profissionais dentro do TSE”, acrescenta o candidato, destacando que a possibilidade de vitória de o PT só existe “na fraude”.
“Não existe outra maneira que não seja na fraude. Quando Lula ia para a rua era hostilizado. Não existe essa história. Será que o Lula preso vai transferir a mesma quantidade de votos para Haddad que transferiu para Dilma?”, questiona, segundo o G1.

“Está amarelando”

Participando de um ato organizado por mulheres contra Jair Bolsonaro no último sábado, no Largo da Batata em São Paulo, a candidata da REDE, Marina Silva, comentou a declaração do presidenciável, dizendo que ele estaria “amarelando”.
“Me parece um discurso de quem está amarelando diante da crítica da opinião pública”, disse ela, segundo a Gazeta Web. “No Norte, quando alguém se porta desse jeito, pega a bola e tenta encerrar o jogo como se fosse o dono da bola e do jogo, a gente chama isso de amarelar”.

Entenderam errado

Ciente do mal entendido em sua declaração, Bolsonaro explicou já no domingo (30) qual foi a sua real intenção ao dizer que não aceitaria um resultado diferente da sua vitória nas urnas.
“Sei que não tenho nada para fazer (em caso de derrota). O que quis dizer é que não iria, por exemplo, ligar para o Fernando Haddad depois e cumprimentá-lo por uma vitória”, disse Bolsonaro, segundo informações de O Globo.
O presidenciável falou ainda que pretende participar do próximo debate presidencial que ocorrerá na TV Globo na próxima quinta-feira, embora a equipe médica esteja preocupada com a duração do programa, que será de 3h ao todo.

Lula pede à militância do PT ‘empenho’ para eleger Haddad

     

    
Do Diário de Pernambuco 
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em carta publicada em sua conta no Twitter neste domingo, pediu à militância do Partido dos Trabalhadores (PT) mobilização em torno da eleição do candidato Fernando Haddad à Presidência. “Peço a vocês que lutem muito pela eleição do Haddad. Saiam de casa todos os dias para fazer campanha e pedir votos para ele. Façam por ele como se fosse por mim”, afirma Lula. 

O ex-presidente está preso desde abril na sede da Polícia Federal, em Curitiba. “Ele (Haddad) me representa nesta eleição e, tenho certeza, vai cuidar da nossa gente com carinho, como eu sempre cuidei”, diz. No texto, Lula ainda exalta a militância, a segundo ele “a alma do partido”. “A vitória vai depender muito da garra e do empenho de cada militante”, avisa.

Bolsonaro diz a jornal que não “teria nada a fazer” em caso de derrota

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil
SARAH MOTA RESENDE
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Um dia após protestos de rua organizados por mulheres reunirem milhares contra sua candidatura, Jair Bolsonaro, presidenciável do PSL, afirmou que “não teria nada a fazer em caso de derrota”. A declaração foi dada, por telefone, neste domingo (30), ao site do jornal O Globo.
“Sei que não tenho nada para fazer [em caso de derrota]. O que quis dizer é que não iria, por exemplo, ligar para o Fernando Haddad [candidato do PT] depois e cumprimentá-lo por uma vitória”, disse Bolsonaro ao jornal do Rio de Janeiro um dia após deixar o hospital Albert Einstein, em São Paulo, onde estava internado para se recuperar de um atentado a faca que sofreu enquanto fazia campanha de rua em Juiz de Fora (MG), no começo do mês.
Dois dias antes, o deputado federal disse ao programa de televisão Brasil Urgente, da TV Band, de que não aceitaria resultado diferente de sua eleição.
“Não posso falar pelos comandantes militares, respeito todos eles. Pelo que vejo nas ruas, não aceito resultado diferente da minha eleição”, disse o candidato, na sexta (28).
Sobre os protestos deste sábado (29), que ocorreram na esteira da campanha #EleNão, Bolsonaro afirmou ao site do jornal O Globo “que viu só no Rio de Janeiro e em São Paulo”.
“No resto do Brasil foi um desastre. São apenas minorias contra mim, não existe isso de rejeição de eleitorado feminino ao meu nome”, disse.
Além das duas capitais, foram registrados atos contrários ao presidenciável em pelo menos outras 30 cidades no Brasil. Houve também protestos anti-Bolsonaro em cidades como Nova York e Washington, nos EUA.
As manifestações foram convocadas por mulheres e também reuniram homens. Participantes empunharam cartazes e entoaram paródias com letras críticas ao político, relacionando-o a atitudes consideradas machistas, misóginas, homofóbicas e racistas. Movimentos sociais, grupos feministas e partidos também se engajaram nas mobilizações.
De acordo com números divulgados pela mais recente pesquisa Datafolha, o segundo turno das eleições de 2018 devem ser disputadas entre Bolsonaro, que tem 28% das intenções de voto; e Haddad, que tem 22%. O deputado federal, entretanto, perderia para o ex-prefeito de São Paulo no segundo turno.

Dono da Rede Record e da Igreja Universal declara apoio a Bolsonaro

foto; ascom/jornalopçao
foto; ascom/jornalopçao
MÔNICA BERGAMO
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) –

O bispo Edir Macedo afirmou no Facebook que está apoiando Jair Bolsonaro (PSL-RJ) na campanha presidencial.
Macedo, que é dono da TV Record e líder da Igreja Universal do Reino de Deus, uma das mais influentes organizações religiosas do país, fez a afirmação ao responder a um de seus seguidores na rede social.
“Queremos saber bispo do seu posicionamento sobre a eleição pra presidente”, perguntou o discípulo Antonio Matos.
Macedo então respondeu: “Bolsonaro”.

O seguidor festejou: “Concordo plenamente. Esta eleição não é apenas uma luta política. Avançamos atacando o mal todo o dia e ele está revoltado contra todo o nosso povo. Seria interessante se o senhor e toda a cúpula da igreja viessem a público para exteriorizar esse pensamento. Eu sou a Universal e também estou com Bolsonaro só que muitos de nossos membros ainda estão indecisos e uma palavra sua ajudaria muita gente a se decidir.”
A campanha de Bolsonaro recebeu na semana passada a informação de que Macedo explicitaria o seu apoio, inclusive por meio de um vídeo. Até agora, no entanto, nada foi gravado.
A assessoria de imprensa da Igreja Universal diz que é falsa a informação, publicada pela imprensa, de que o religioso poderia gravar um vídeo de apoio ao presidenciável do PSL. O bispo está em viagem missionária.

Mais de 66 mil pessoas esperam consultas para diagnóstico de autismo em Pernambuco, aponta TCE

Unrecognizable little girl making words from colorful plastic letters during meeting with psychologist, child development specialist exercis...