Como representante do poder executivo municipal, em nome de todos os brejinhenses, venho agradecer a todos os envolvidos na importante obra de recapeamento asfáltico do trecho da PE- 275 que contempla o município de Brejinho. Ao governador Paulo Câmara, à secretária de Infraestrutura e Recursos Hídricos, Fernanda Batista, ao gestor do 5* distrito de Sertânia, Luiz Fernandes de Castro, e também à toda equipe da Construtora CLC. Como pleito antigo da população, essa obra coincide com a nossa gestão que se fundamenta na busca pela geração de emprego e renda, e sendo assim, tal rodovia será de suma importância para nossos anseios de desenvolver cada vez mais nossa cidade. Muito obrigado! Seguimos firmes e Agora é o povo!
Uma colisão frontal entre dois carros resultou na morte de um menino de 9 anos, na manhã de ontem dia (28), no município de Flores, no Sertão do Pajeú.
Segundo informações repassadas para o Blog O Povo com a Notícia, dois veículos, um Etios e um Corolla colidiram frontalmente na BR-232. Ainda de acordo com a PRF, pelos vestígios do acidente o motorista do Etios invadiu a contramão.
O motorista do Corolla ficou ferido e foi socorrido para o Hospital São Vicente de Paula em Serra Talhada, o condutor do Etios e a criança foram socorridos para para o Hospital Agamenon Magalhães em Serra Talhada, onde o garoto morreu.
A PRF e a Polícia Civil estiveram no local, a Polícia Civil vai investigar o caso.
Uma mulher foi presa suspeita de conivência com estupro da própria filha na cidade de Ribeira do Pombal, norte da Bahia. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), à época do crime, ocorrido em 2013, a vítima tinha 12 anos e engravidou do padrasto.
Ainda segundo com informações da SSP ao G1 BA, o homem teve a prisão preventiva decretada pela Justiça, mas está foragido. Já a mãe da vítima foi apresentada por guardas municipais, na 25ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin / Euclides da Cunha), na última segunda-feira (26).
De acordo com a SSP, a jovem e o filho estão com familiares. Já a mãe passou por exames de lesões no Departamento de Polícia Técnica (DPT) e seguirá para o sistema prisional.
A Polícia Civil instaurou um inquérito para investigar um procedimento estético que não saiu como o esperado em uma clínica odontológica em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. O paciente Thiago Delgado, de 35 anos, pagou R$ 1,8 mil para uma aplicação de ácido hialurônico nos lábios e acabou sofrendo um acidente vascular e perdendo parte do nariz.
O responsável pelo preenchimento labial foi o dentista Ronaldo de Carvalho Kora, da clínica Odontokora. "Assim que ele começou a fazer o preenchimento no lado esquerdo, eu vi que ele começou a ficar muito nervoso. Eu perguntei: Ronaldo, está tudo bem, eu estou ficando bonito? Ele ficou quieto, calado. Nisso, eu comecei a ficar um pouco desesperado. De imediato, ele começou a massagear muito, e essa massagem que ele fazia doía muito", descreveu o paciente.
"Ele me receitou um medicamento e eu fui para casa. Chegando em casa, minha mãe viu que eu estava ficando com meu lábio todo roxo. Fui dormir e acordei com uma dor insuportável", acrescentou. Preocupado, Thiago ligou para o profissional e retornou ao consultório. "Ele começou a fazer um procedimento em videochamada para um cara que ele chamava de mestre. Ele tremia muito. Não sabia o que fazer. Logo em seguida, quem assumiu o procedimento foi um outro dentista, que eu nunca tinha visto na minha vida. Em nenhum momento, desde o primeiro dia, eu fui informado que poderia dar uma complicação", reclamou.
Em entrevista ao G1, Thiago também disse que não autorizou a participação de outros profissionais nos procedimentos de emergência. Sem sentir que estava tendo o acompanhamento que achava adequado, ele procurou uma médica dermatologista que ele confiava."Comecei a mandar foto. Liguei pra ela e ela falou pra eu ir pro Rio, pra ser acompanhado por uma equipe especializada. Não consegui ir no mesmo dia. Essa noite foi muito ruim. Eu fui parar no hospital, do hospital eu fui para casa, de casa eu fui pra um posto de saúde tomar morfina", descreveu.
O paciente disse que o dentista o orientou a seguir os conselhos da dermatologista e prometeu arcar com o custo do tratamento. A avaliação da médica especialista foi feita no quarto dia pós-procedimento."O Thiago foi recebido já com estágio avançado de isquemia no rosto, onde a gente conseguia ver uma falta de perfusão muito grande na região do nariz do Thiago, principalmente na asa nasal. A área encontrava-se completamente isquêmica, esbranquiçada, um aspecto marmóreo, um aspecto que a gente chama de mumificado. O paciente nem dor mais apresentava nessa região, devido à falta do suprimento sanguíneo" avaliou a dermatologista.
Ele relatou que a equipe médica que o atendeu conseguiu recuperar parte do lábio que também poderia ser atingida, caso ele não fosse corretamente socorrido."Eles conseguiram recuperar toda a parte do lábio que seria necrosada. A médica disse que eu tava infartado, como se fosse no coração, mas era no rosto. Aí começaram os procedimentos pra salvar a minha vida. A primeira semana foi de muita luta, muita dor", detalhou Thiago.Desde então,
Um homem de 36 anos assassinou a esposa e depois se matou com um tiro na cabeça por não aceitar o fim do relacionamento dos dois, segundo informações da Polícia Militar. O crime aconteceu em Delmiro Gouveia, no Sertão de Alagoas, na quarta-feira (28).
Ainda de acordo com o G1 AL, testemunhas contaram aos policiais do 9º Batalhão da Polícia Militar (BPM) que o relacionamento dos dois era conturbado e que Judite da Silva Lima, de 32 anos, pediu a separação há duas semanas. Sem aceitar o rompimento, Eduardo da Fonseca Barbosa invadiu a casa da mulher pulando o muro para matá-la.
Quando a polícia chegou à casa da vítima, Judite já estava morta e Eduardo ferido no chão. Ele foi levado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do município ainda com vida, mas não resistiu.
Após meses de seguidos questionamentos sobre o sistema eleitoral brasileiro, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) promove nesta quinta-feira (29/7) uma demonstração dos indícios em que se baseia para dizer que o pleito de 2014 foi roubado para favorecer a petista Dilma Rousseff.
Bolsonaro convocou integrantes do primeiro escalão do governo, como o ministro Anderson Torres, da Justiça, para apresentar as informações ao vivo na transmissão pelas redes sociais e também para um grupo de jornalistas credenciados pelo Palácio do Planalto.
A apresentação das provas já foi cobrada até pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que Bolsonaro aponta como local onde a suposta fraude ocorreria, quando os votos das urnas eletrônicas são contados.
A Polícia Civil de São Paulo afastou das ruas o policial youtuber Delegado da Cunha. Carlos Alberto da Cunha, mais conhecido nas redes sociais como Delegado da Cunha, foi obrigado a devolver suas armas, distintivo e algemas. As informações são do portal IG.
De acordo com a reportagem, o policial Cunha foi alocado na área de serviços burocráticos após decisão tomada pelo delegado geral de polícia Ruy Ferraz Fontes. Cunha fez uso de “linguagem inadequada e comentários depreciativos à imagem institucional”.
Ainda de acordo com as informações, o documento determinado pelo delegado geral é argumentado pelo fato de Cunha chamar policiais civis com mais de 55 anos de “ratos” e “raposonas” durante participação no podcast Flow.
“Eu não vou me vingar, não tenho raiva, não vou ir [sic] atrás de ninguém. Só queria que o senhor, que vossa excelência entendesse que eu não posso ficar sem arma porque eu combato o PCC, irmão. Irmão, eu não sou delegado de pelúcia, irmão. Cê tá tirando aqui? Eu sou delegado da favela”, publicou Cunha nas redes sociais.
Segundo o delegado geral Ruy Ferraz Fontes, o policial Cunha tem grau de “periculosidade interna” e “periculosidade externa”, por prejudicar a organização social e o serviço público e comprometer a credibilidade e imagem da Polícia Civil.
Um homem, irmão de um traficante, foi até à polícia denunciar o criminoso por ter ocultado os corpos dos três meninos que estão desaparecidos desde o final de 2020, na cidade de Belford Roxo (RJ).
Lucas Matheus, de 9 anos, Alexandre Silva, 11, e Fernando Henrique, 12, são primos e foram vistos pela última vez em um bairro vizinho da comunidade onde moravam.
De acordo com informações do G1, o homem se apresentou ao 39º BPM (Belford Roxo) e declarou que as crianças teriam sido espancadas e mortas a mando de José Carlos dos Prazeres Silva, conhecido como "Piranha".
A polícia já estava trabalhando com a hipótese de que o trio teria sido pego roubando um pássaro de um traficante. Na última vez que as vítimas foram vistas, elas estavam caminhando em direção à uma feira onde há venda de animais.
(Reprodução: TV Globo/RJ)
O denunciante disse que o próprio irmão participou da ocultação dos corpos dos pequenos. De acordo com ele, o corpo dos três foram levados em um carro e deixados em uma ponte.
Outra versão
Logo após a denúncia, um outro irmão de “Piranha” também se apresentou à delegacia e negou as acusações. Ele afirmou que a denúncia foi motivada por uma rixa com o irmão.
O traficante já foi denunciado e é procurado por tentar atrapalhar as investigações. Ele é acusado de torturar um homem inocente e acusá-lo de ter matado as três crianças. Segundo a polícia, essa foi uma forma de criar uma cortina de fumaça para que as autoridades não chegassem até o verdadeiro responsável do crime.
Durante a sessão de tortura, o homem apontado como responsável pelo sumiço dos meninos teve uma orelha decepada a dentadas. Uma imagem dele foi postada nas redes sociais. Na foto, ele aparece com uma placa no pescoço com os dizeres: “Suspeito pelo o desaparecimento das 3 crianças, pego pelos os moradores do Castelar”.
Junji Matsumoto, de 59 anos, admitiu que matou seus pais por "não aguentava mais cuidar deles". De acordo com o jornal "Tokyo Reporter", em depoimento a polícia, após ser preso, Matsumoto afirmou que seus pais, Hirozaku, de 88 anos, e Makie, de 87, sempre o interrompiam enquanto ele assistia à sua maratona de animes. As informações são doiG.
Os assassinatos aconteceram no dia 21 de junho, na cidade de Fukoka, no Japão. Dois dias depois, Matsumoto começou a percorrer alguns municípios do país para despistar a polícia. Ele foi capturado apenas no dia 5 de julho, em Kyoto, a 600 km da sua cidade.
Na sua confissão, Matsumoto disse que estrangulou seu pai com um cabo elétrico, após ele solicitar ajuda para ir ao banheiro. Depois de matar os pais, o criminoso escondeu os corpos na geladeira.
Quando saiu de casa para uma consulta médica nesta quarta-feira (28/07), o pintor aposentado José Barbosa dos Santos, um homem negro, não esperava ser alvo de racismo. Ele e os dois filhos, Alcides e Welma dos Santos, estavam na calçada em frente ao Taguatinga Shopping, quando uma mulher passou pelos três e gritou: “Essa negrada do inferno, vai tudo pro inferno” e o empurrou. As informações são do Metrópoles.
Veja o vídeo:
Após trabalhar como pintor por 45 anos, José comentava com os filhos sobre a pintura que o shopping fazia na fachada do prédio. As pessoas que estavam na calçada viram o que aconteceu e passaram a questionar a mulher que fez os comentários racistas.
Depois de minutos de bate-boca, uma policial militar à paisana e um bombeiro militar pararam para ver o que estava acontecendo. Quando os dois militares foram detê-la, a mulher desferiu chutes. Ela não teve o nome revelado pela delegacia que investiga o caso.
Depois do ocorrido, os filhos de José e testemunhas foram à 21ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Sul) para registrar a ocorrência policial. No depoimento prestado à polícia, Alcides argumentou que o pai fez cirurgia há 20 dias, e que o empurrão da mulher o fez cair, o que poderia prejudicar o processo de cicatrização.
Segundo conta a neta de José, a influencer e estudante de radiologia Lorrane da Silva, o avô retirou um rim, e a consulta era para verificar a recuperação. “Eu tô tão indignada que minha carne está tremendo por dentro”, disse a jovem em um desabafo nas redes sociais. Em conversa com o Metrópoles, ela explicou que, aos policiais, a mulher negou ter sido racista.
“Os policiais consideraram que foi injúria racial, mas não foi o que aconteceu. Depois o marido dela chegou e alegou que ela tem problemas mentais, pediu para a minha família retirar a queixa, mas decidimos não retirar. Ela pagou a fiança e foi embora”, explicou Lorrane.
Segundo o Código Penal, injúria racial é crime com pena de 1 a 6 meses ou multa. Em caso de “vias de fato”, a pena passa a ser de 3 meses a 1 ano. Já o crime de racismo está na Carta Magna brasileira como “inafiançável e imprescritível”. No caso praticado contra José Barbosa dos Santos, a delegacia tipificou como injúria e a acusada pagou R$ 1 mil.
“Ela ficou literalmente minutos na delegacia. Sai barato ser racista no Brasil. Me sinto incapaz, a Justiça não adianta de nada”, protestou a jovem. “Se fosse o contrário, não seria isso que teria acontecido, ele estaria preso ou morto nessa hora, mas não vamos deixar isso assim e vamos dar continuidade no processo”, finalizou Lorrane.