Esta foto de arquivo tirada em 15 de março de 2017 mostra uma criança desnutrida sendo alimentada por sua mãe em um hospital regional na cidade de Baidoa, capital da região de Baía do sudoeste da Somália.
Foto: Tony Karumba/AFP
Foto: Tony Karumba/AFP
O porta-voz lamentou o fato de esta crise parecer quase
"inevitável", mas disse que poderia ter sido evitada.
A fome pode provocar um elevado número de mortes na região do Chifre da África,
Iêmen e Nigéria, advertiu nesta terça-feira o Alto Comissariado das Nações Unidas
Iêmen e Nigéria, advertiu nesta terça-feira o Alto Comissariado das Nações Unidas
para os Refugiados (ACNUR). "O risco de mortes em massa provocadas pela fome
na população do 'Chifre da África', do Iêmen e da Nigéria cresce", declarou o porta-voz
do ACNUR, Adrian Edwards, em Genebra.
A ONU teme uma situação pior que a da fome de 2011, que provocou mais de
A ONU teme uma situação pior que a da fome de 2011, que provocou mais de
260.000 mortes no Chifre da África. A situação atual é o resultado de múltiplos fatores:
seca, falta de fundos e os conflitos, que provocam deslocamentos em massa,
explicou Edwards.
O porta-voz lamentou o fato de esta crise parecer quase "inevitável", mas disse que
poderia ter sido evitada. Somália, Sudão do Sul, Iêmen e Nigéria são afetados por uma
grave seca e, além disso, são vítimas da violência ou de conflitos armados.
A ONU pediu à comunidade internacional 4,4 bilhões de dólares para enfrentar
a fome que ameaça estes países.
grave seca e, além disso, são vítimas da violência ou de conflitos armados.
A ONU pediu à comunidade internacional 4,4 bilhões de dólares para enfrentar
a fome que ameaça estes países.
A ONU recebeu até o momento 21% deste valor, ou seja, 984 milhões de dólares,
indicou um porta-voz do Escritório de Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA),
Jens Laerke.
indicou um porta-voz do Escritório de Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA),
Jens Laerke.
No Sudão do Sul, quase 100.000 pessoas têm que enfrentar a fome atualmente, mas
quase um milhão de pessoas estão à beira da fome, segundo o ACNUR.
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