
A lei tramitou no Congresso por dez anos. Aprovado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) em 2008, o projeto da então senadora Serys Slhessarenko (PT-MT) aguardou na Câmara até 2015. Os deputados haviam incluído entre os beneficiários os desempregados, mas eles foram retirados quando a proposta retornou ao Senado, onde foi aprovada novamente em março deste ano e enviada novamente a sanção do presidente Michel Temer (MDB).
O cumprimento dos requisitos deverá ser comprovado pelo candidato no momento da inscrição. Quem apresentar informações falsas sobre a renda ou a doação de medula poderá ter a inscrição cancelada e ser excluído do concurso. Se a infração for descoberta depois da aprovação no certame, o candidato que mentir poderá ter a nomeação anulada.
Fonte: ne10.uol.com.br
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