De acordo com ela, a polícia já levantou muitas informações que possam levar ao autor do crime, mas até o momento o criminoso continua foragido.
“A polícia sabe a hora do crime, a moto que o bandido usou, o local que ele fugiu, a roupa que ele usou, entre amigos a gente tem o retrato falado dele. A polícia tem muita pista, mas até agora nenhuma solução”, desabafou.
A mulher disse que a morte de sua irmã representa quatro meses de sofrimento e cobrou solução para o caso que até o momento está impune.
O CASO
Juliana foi morta no dia 23 de dezembro, na cidade de Patos, por volta das 23h00m (onze da noite), em um bar localizado na Rua 18 do forte.
A vítima teria tentado interferir em uma discussão envolvendo o proprietário do bar, que seria seu irmão, de nome “Jaelson” e o assassino, quando foi atingida por vários disparos de arma de fogo, morrendo na hora.
A confusão teria começado por R$ 0,50 (cinquenta centavos), evoluindo para uma discussão forte e resultando no assassinato.
Por Genival Junior – Patosonline.com
Áudio – Cedido por Airton Alves ao Jornalismo da Rádio Espinharas FM, 97,9

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