É papo furado o discurso que pretende convencer o brasileiro pagador de impostos que a estatal Petrobras ajusta os preços dos combustíveis “de acordo com a cotação internacional”. Entre fevereiro e abril, o petróleo ficou mais barato, após a valorização do real em relação ao dólar: passou de R$ 487,55 por barril, para R$ 480,93.
Entretanto, no mesmo período, o preço médio da gasolina disparou 9,42% no Brasil: de R$ 6,58 para R$ 7,20, segundo a própria Agência Nacional do Petróleo (ANP).
Se com a gasolina a lorota é flagrante, com o diesel é pior: o combustível que move o Brasil disparou inescrupulosos 17,89% em 60 dias.
Em dólar, o petróleo subiu 9,23% (menos que a gasolina no Brasil) de US$ 92,69 para US$ 101,2. A moeda americana despencou desde então.
Dados da ValeCard, por exemplo, revelam preços médios da gasolina são ainda mais altos: mais de R$ 7,47 por litro, em março.
Diário do Poder
Entretanto, no mesmo período, o preço médio da gasolina disparou 9,42% no Brasil: de R$ 6,58 para R$ 7,20, segundo a própria Agência Nacional do Petróleo (ANP).
Se com a gasolina a lorota é flagrante, com o diesel é pior: o combustível que move o Brasil disparou inescrupulosos 17,89% em 60 dias.
Em dólar, o petróleo subiu 9,23% (menos que a gasolina no Brasil) de US$ 92,69 para US$ 101,2. A moeda americana despencou desde então.
Dados da ValeCard, por exemplo, revelam preços médios da gasolina são ainda mais altos: mais de R$ 7,47 por litro, em março.
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