
As imagens foram publicadas no Twitter e logo ganharam a internet. No vídeo é possível observar os objetos emitindo um tipo de fumaça ao longo do trajeto e seguindo entre as nuvens.
Ufólogo comenta:
Morsch ainda analisou a natureza mais intrigante dos outros. “O segundo é o mais intrigante. Bem estranho, não saberia dizer com precisão o que seria, precisaria de uma pesquisa maior, levando em conta as condições e o local da gravação. Os objetos estão muito baixos também”, disse.
“No terceiro vídeo, também muito intrigante, o objeto faz um movimento que não é de satélite”, complementou o especialista.
Casos de Óvnis já foram investigados oficialmente no município de Colares, região nordeste do Pará, durante a Operação Prato, em 1977, o que também assustou os moradores de Cametá pela semelhança dos objetos no céu.
Operação Prato
Durante o ano de 1977, na ilha de Colares, no Pará, surgiram misteriosas luzes, que supostamente penetravam na pele das pessoas e deixavam marcas de queimaduras de primeiro grau.
Para solucionar a situação, à época, a 2ª Seção do COMAR (Comando Aéreo Regional) da FAB (Força Aérea Brasileira) do Pará, enviou militares para investigar os avistamentos, o que ficou conhecido como operação Prato.
Durante a operação, que durou quatro meses, militares teriam relatado experiências e avistamentos destes objetos. A partir de 1981, o chefe da operação, Capitão Uyrangê Hollanda, decidiu contar tudo o que testemunhou durante sua estadia em Colares.
Imagem do relatório oficial da operação Prato – Foto: Arquivo Nacional/Reprodução/NDApós anos de pedidos dos ufólogos brasileiros, a FAB permitiu o acesso ao dossiê e as fotos tiradas pelos militares durante a operação. Hoje é possível encontrar os arquivos pelo código “BR DFANBSB ARX” no AN (Arquivo Nacional).
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