O tempo quente e chuvoso entre os meses de janeiro e maio, favorece a proliferação do Aedes aegypti, mosquito transmissor do vírus da dengue, e contribui para o aumento no número de casos de arboviroses (doenças transmitidas por mosquitos e carrapatos).
Medidas preventivas básicas como o descarte de lixo em sacos plásticos bem fechados, limpeza dos reservatórios de água e calhas d’água são essenciais para impedir a sua reprodução, mas não são suficientes para eliminar o mosquito de forma definitiva.
Nesses casos, se faz necessário a dedetização profissional que atua diretamente nos focos do Aedes, interrompendo o seu ciclo de reprodução. O combate à dengue deve ser contínuo e preventivo e o investimento em dedetização profissional não deve ser visto como um custo, mas sim como proteção à saúde, à imagem do empreendimento e à segurança de todos.
O Aedes aegypti vive preferencialmente nas áreas internas das construções e geralmente possuem hábitos diurnos, diferentemente do mosquito comum, conhecido como “pernilongo” ou “muriçoca”, ativo principalmente durante a noite.
Via: Blog do Erbi

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