domingo, 1 de fevereiro de 2026

Empresário suspeito de matar Tavu Gadelha por dívida de R$ 400 mil se entrega à Polícia Civil em João Pessoa

Foto: reprodução

 O empresário Celso de Moraes Andrade Bisneto, de 36 anos, apontado como o principal suspeito pela morte do empresário Otávio Gadelha dos Santos, se entregou à Polícia Civil da Paraíba nesta sexta-feira (30), em João Pessoa. A informação foi confirmada pela própria Polícia Civil.

De acordo com a delegada Maria das Dores, responsável pelo inquérito, o suspeito se apresentou acompanhado de advogados e optou por permanecer em silêncio durante as perguntas preliminares do depoimento. Após a apresentação, ele foi encaminhado para a carceragem da Polícia Civil, onde permanece aguardando audiência de custódia.

Segundo as investigações, o crime teria sido motivado por uma dívida estimada em cerca de R$ 400 mil, que Celso de Moraes mantinha com a vítima há mais de cinco anos. Contra ele havia um mandado de prisão em aberto, e o empresário era considerado foragido da Justiça desde a expedição da ordem judicial.

Em coletiva de imprensa realizada na quinta-feira (29), a delegada Maria das Dores afirmou que o suspeito teria atraído Otávio Gadelha até o local do crime, com a promessa de pagar parte do valor devido. A vítima teria ido ao encontro acreditando que receberia o dinheiro, mas acabou sendo morta.

“Não temos dúvida alguma. Após inúmeras diligências, conseguimos concluir que o empresário Celso de Moraes Andrade Bisneto teria sido um dos autores do crime. A Justiça corroborou as investigações da Polícia Civil, a prisão foi decretada e ele se encontrava foragido”, declarou a delegada.

Celso de Moraes atua no ramo da cana-de-açúcar. À imprensa, a defesa do empresário afirmou que o cliente é inocente das acusações.

Relembre o crime

O empresário Otávio Gadelha dos Santos foi encontrado morto ao lado do próprio veículo, na PB-030, rodovia que liga os municípios de Cruz do Espírito Santo e Pedras de Fogo. A Polícia Civil segue investigando as circunstâncias do crime.

Por Patos Online
Com informações do g1 PB

Mulher choca ao dar entrevista com declarações de cunho sexual e frases desconexas após ser detida pela polícia; Veja

 

Uma ocorrência policial no bairro Presidente Vargas, em Manaus, ganhou grande repercussão nas redes sociais após a divulgação de uma entrevista inusitada da suspeita. Melissa Cristina Nunes Piaes, de 40 anos, foi detida pela Polícia Militar na última sexta-feira (30), sob acusação de desordem e resistência. O vídeo do depoimento da mulher viralizou rapidamente devido ao teor chocante e confuso de suas declarações, recheadas de detalhes de sua vida pessoal.

Em entrevista concedida ao portal Tucumã, Melissa relatou uma série de problemas familiares e financeiros, envolvendo seu ex-marido e supostas dívidas com agiotas. Sem muita coerência, ela afirmou que estava tentando apenas "desestressar" e chegou a mencionar detalhes de sua vida íntima, o que gerou espanto e diversos questionamentos entre os internautas sobre sua saúde mental no momento da prisão.

Relato da polícia

A Polícia Militar informou que a equipe realizava um patrulhamento quando foi acionada para conter uma situação de desordem pública. Segundo os agentes, a suspeita apresentava um comportamento alterado, o que dificultou o trabalho da guarnição. Durante a abordagem, Melissa teria tentado ferir um dos policiais com um objeto e ela precisou ser contida, para garantir a segurança de todos os presentes.

Ao ser questionada sobre a agressão, Melissa negou ter utilizado qualquer arma ou objeto. Ela alegou que apenas segurou o colete do policial na tentativa de conseguir uma carona e que os arranhões no rosto de ambos teriam sido causados por suas unhas. Em uma das falas mais polêmicas do vídeo, a mulher minimizou sua conduta ao afirmar que teria feito apenas uma proposta de cunho sexual ao agente, argumentando que o ato não constituiria um crime.

Paraíba registrou, em 2025, o maior número de feminicídios dos últimos 10 anos, confirma Polícia Civil

Foto: Shutterstock

 No ano de 2025, a Paraíba registrou o maior número de crimes de feminicídio da última década, sendo 37 casos. O crescimento foi de cerca de 37% em relação a 2024, quando 27 crimes com essa tipificação foram documentados.

Até 2024, os anos com maior incidência de casos eram 2019 e 2023. Nestes anos, 36 mulheres foram mortas por motivos de gênero. Nos últimos 10 anos, um total de 335 casos de feminicídio foram documentados no estado da Paraíba.

Nenhuma das 37 mulheres que foram mortas em decorrência do crime de ódio, no último ano, tinha medidas protetivas ativas no momento do crime.

Em entrevista ao Portal Correio, a coordenadora das Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher da Paraíba (Deam), delegada Sileide Azevedo, comentou o número histórico.

"Nós sentimos, a partir de então, o compromisso de fortalecer, no nosso estado, esse enfrentamento à violência contra a mulher. (…) Esse número de feminicídios é um chamamento para que nós, enquanto instituição, sigamos nesse fortalecimento da nossa pauta, e para que nós possamos conclamar, ainda mais, a sociedade para integrar esse enfrentamento conosco.

Quando questionada sobre a motivação mais recorrente em casos de feminicídio, a delegada explicou:

Na maioria dos casos, o feminicídio não acontece de repente. Ele é precedido por outros tipos de violência doméstica, que, geralmente, começam com agressões verbais ou psicológicas, se intensificam com agressões físicas e podem incluir outros tipos de violência, como sexual ou patrimonial.

O que é feminicídio?

O feminicídio é o crime que consiste no assassinato de uma mulher em decorrência de violência doméstica ou familiar, ou por motivos de menosprezo ou discriminação à condição de mulher.

Diferente do homicídio comum, neste caso a motivação do crime está diretamente ligada ao gênero da vítima. Isto é, todo feminicídio é um homicídio, mas nem todas as mortes de mulheres são enquadradas como feminicídio.

Dentro do Código Penal, o feminicídio se apresenta como um qualificador ao homicídio, e é considerado um crime hediondo, com penas que podem variar de 12 a 30 anos de prisão, podendo aumentar se houver condições agravantes.

Números sobre a violência contra a mulher

Além do número recorde nos casos de feminicídio, a Paraíba registrou um aumento de 1,19% na quantidade de medidas protetivas de urgência que foram desrespeitadas, em 2025. Atualmente, cerca de 5% das medidas concedidas em favor das vítimas são descumpridas pelos agressores.

Segundo dados da Polícia Civil, em 2025, 7.286 medidas protetivas foram solicitadas por mulheres no estado, até a apuração, totalizando cerca de 15 mil solicitações no último triênio.

É importante ressaltar que nenhuma das mulheres vítimas de feminicídio em 2025 tinham medidas protetivas em vigor no momento da morte. Essas fazem parte de, como denominado pela delegada, “casos imprevisíveis”, pois não estavam dentro da rede de proteção à mulher.

Com os números consolidados dos últimos anos, a Paraíba registra, em 2025, o maior número de casos de feminicídio dos últimos 10 anos. O recorte, fornecido pela Coordenação das Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher da Paraíba (Coordeam), considera os dados de 2015 a 2025.

Em resposta aos dados apurados, a delegada avaliou:

Não são apenas números. Além de perder a vida, cada uma dessas vítimas deixou o vazio para pessoas importantes em sua história.

Denuncie

A violência contra a mulher é um desrespeito que tende a escalonar, desde uma piada ofensiva ou crise de ciúmes, e pode levar até a morte da vítima.

É preciso estarmos atentos aos sinais de alerta ao nosso redor e denunciarmos os casos de violência contra a mulher que presenciarmos, mesmo que não nos envolvam de maneira direta.

A segurança da mulher é uma pauta cada vez mais urgente e é da responsabilidade de todos, por isso denuncie.

Canais de denúncia

190 – Disque denúncia da Polícia Militar (em caso de emergência)
180 – Central de atendimento à mulher
197 – Disque denúncia da Polícia Civil

É preciso denunciar, interromper a violência, antes que seja tarde demais. - Delegada Sileide Azevedo

Fonte: Portal Correio

Justiça mantém prisão de mulher que confessou morte da própria mãe em João Pessoa

Foto: TV Cabo Branco

 A Justiça da Paraíba manteve a prisão da mulher que confessou a morte da própria mãe, em João Pessoa, após audiência de custódia realizada neste sábado (31). A acusada será encaminhada ao Centro de Reeducação Feminina Maria Júlia Maranhão, na capital paraibana.

A investigada foi identificada como Camila Silva, de 32 anos. A vítima, Terezinha Silva, de 77 anos, foi encontrada morta no apartamento da família, no bairro Jardim Veneza, na última quinta-feira (29). O caso é tratado pelas autoridades como homicídio.

A audiência de custódia ocorreu na Justiça de Mamanguape. Após o crime, a suspeita se apresentou à polícia no município de Lagoa de Dentro, no Brejo paraibano.

Segundo a Polícia Militar, o corpo da idosa foi encontrado no interior do apartamento, que apresentava sinais de desordem, com móveis e objetos revirados. O imóvel precisou ser aberto com apoio do Corpo de Bombeiros, já que estava trancado.

Relembre o caso

De acordo com a delegada Josenise Andrade, havia marcas no rosto da vítima, o que pode indicar uma luta corporal antes da morte. Em depoimento à Polícia Civil, a suspeita alegou legítima defesa após uma discussão, versão que, segundo a delegada, não condiz com o cenário encontrado no local.

Familiares relataram à imprensa que conflitos frequentes entre mãe e filha ocorriam por questões financeiras. A suspeita teria passado a morar com a mãe há cerca de 15 dias, após deixar outro endereço. Após o crime, ela teria ido para a casa de parentes em Lagoa de Dentro antes de se entregar às autoridades.

O caso segue sob investigação da Polícia Civil, que apura a dinâmica e a motivação do crime.

Por Patos Online
Com informações do g1 PB

Bolsonaro relata tontura durante visita de bispo Rodovalho na prisão

 

O ex-presidente Jair Bolsonaro relatou momentos de tontura durante a visita do bispo Robson Rodovalho no presídio da Papudinha, em Brasília, nesta sexta-feira (30/1). E, por conta de uma crise de soluços, chegou a ser avaliado por um médico.

Em conversa com a coluna, o líder evangélico da igreja Sara Nossa Terra disse ter ficado preocupado com o quadro de saúde de Bolsonaro.

“O quadro é preocupante. Muito soluço. Ele não conseguiu tomar café hoje por conta do soluço. Os remédios são pesados e dão tontura. Quando conversávamos, ele levantou por três vezes e, quando fez o movimento de se levantar, balançou bastante e apoiou as mãos na mesa. Disse que eram os remédios. Fiquei com medo de ele cair”, disse Rodovalho, que defendeu prisão domiciliar para o ex-presidente.

O religioso disse que cantou a música ‘Deus está aqui’ para Bolsonaro. “Essa música mostra que Deus está presente em todas as situações da vida. O que aconteceu [a prisão] não foi um acidente. Deus permite que a gente passe dores. São momentos de aprendizado para esticar a gente para crescer. Eu ministrei nessa linha”.

Via: Metrópoles

Empresário suspeito de matar Tavu Gadelha por dívida de R$ 400 mil se entrega à Polícia Civil em João Pessoa

Foto: reprodução   O empresário Celso de Moraes Andrade Bisneto, de 36 anos, apontado como o principal suspeito pela morte do empresário Otá...