sexta-feira, 31 de julho de 2026

Homens são presos após atear fogo em viatura da PM na Paraíba


 Dois homens foram presos na madrugada dessa quinta-feira (30) após atearem fogo em uma viatura da Polícia Militar, na cidade de Vieirópolis, no Sertão da Paraíba, região de Sousa. Segundo a Polícia Civil, o caso aconteceu após o encerramento da Festa de João Pedro.

De acordo com a polícia, os homens moram em Vieirópolis e têm 49 e 31 anos de idade. Eles teriam jogado pedras e ateado fogo no carro da polícia que estava estacionado em frente ao Destacamento Policial, por volta das 5h.
Os dois fugiram do local de motocicleta, mas foram encontrados pouco tempo depois pela PM e encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de Sousa.

Ainda de acordo com a polícia, os suspeitos não têm passagem pela polícia e nem possuem transtornos mentais. Eles seguem à disposição da Justiça.


Via: Blog do Erbi

Lula abre mais de 9 pontos sobre Flávio Bolsonaro no 1º turno, aponta Vox Brasil

 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera as intenções de voto com 40,5% no 1º turno da disputa presidencial, segundo a pesquisa do Instituto Vox Brasil divulgada nesta sexta-feira (31). O senador Flávio Bolsonaro (PL) registra 31,2% das intenções. Na pesquisa realizada em 27 de junho, Lula aparecia com 38,3%, já Flávio tinha 32,2% das intenções de voto.

Primeiro turno

▪️ Lula (PT): 40,5%

▪️ Flávio Bolsonaro (PL): 31,2%

▪️ Ronaldo Caiado (PSD): 5,5%

▪️ Romeu Zema (Novo): 3,2%

▪️ Renan Santos (Missão): 3%

▪️ Augusto Cury (Avante): 1,1%

▪️ Cabo Daciolo (Mobiliza): 0,9%

▪️ Clariana Barão (DC): 0,7%

▪️ Edmilson Costa (PCB): 0,6%

▪️ Leonardo Avalanche (PRTB): 0,5%

▪️ Rui Costa Pimenta (PCO): 0,4%

▪️ Hertz Dias (PSTU): 0,3%

▪️ Samara Martins (UP): 0,2%

▪️ Nenhum/ Branco/ Nulo: 2,3%

▪️ Não sabe/ Não opinou: 9,6%

Segundo turno

Em um cenário de segundo turno, o presidente Lula tem 47,5% das intenções de voto contra 41,1% de Flávio Bolsonaro.

Metodologia

A pesquisa foi realizada entre os dias 26 e 28 e julho de 2026. Foram entrevistadas 2.100 pessoas com 16 anos ou mais em todo o Brasil. O nível de confiança é de 95%. A margem de erro é de 2,15 pontos percentuais, para mais ou para menos. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-01084/2026.

Via: Bnews

Justiça decreta prisão preventiva de delegado e agentes da polícia por esquema de desvio de drogas na Paraíba

Foto: Reprodução/TV Globo

 A juíza Conceição de Lourdes Marsicano de Brito Cordeiro, da 2ª Vara Regional das Garantias, converteu as prisões temporárias do delegado Braz Morroni, dos agentes da Polícia Civil, Everton Aires e Eduardo Jorge, em prisões preventivas. Os três são investigados em um esquema de desvio de drogas. A decisão é desta sexta-feira (31).

De acordo com as investigações, os suspeitos participavam de um esquema em que identificavam locais usados para armazenar drogas por traficantes, desviavam parte dos entorpecentes durante as operações da polícia e, posteriormente, vendiam o material de forma ilegal.

Na mesma decisão, outras quatro pessoas tiveram as prisões preventivas decretadas. Veja abaixo.

*João Wicttor Alves de Lima;

*Brendo Roberth Fernandes Sobral;

*Paulo Ricardo Barbosa de Souza ("Galinha");

*José Alexandrino de Lira Júnior ("Júnior Lira").

Em paralelo, a magistrada também estabeleceu que a prisão temporária em caráter domiciliar de Vanessa Dantas, investigada como suposta "tesoureira" do esquema no Sertão da Paraíba, fosse convertida em prisão preventiva, mas mantendo-a presa na própria residência.

Na semana passada, o Ministério Público da Paraíba (MPPB) havia denunciado os três suspeitos por furto qualificado, abuso de autoridade, falsificação de documento público e fraude processual. Anteriormente, a Polícia Civil havia indiciado os três no âmbito da Operação Perfidus.

O g1 entrou em contato com as defesas de Braz Morroni, Everton Aires, conhecido como "Bomba", e Eduardo Jorge, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. A defesa dos demais citados não foi localizada.

A operação

A operação investiga uma organização criminosa suspeita de envolvimento com tráfico de drogas, corrupção e vazamento de informações sigilosas. Ao todo, a operação cumpriu nove mandados de prisão e 24 mandados de busca e apreensão. A Justiça também determinou o bloqueio de cerca de R$ 10 milhões dos investigados.

Um dos agentes presos é Everton Rychelyson da Silva Aires, conhecido como "Bomba" ou "Bombado". De acordo com a Polícia Civil, ele é apontado como operador central da organização e fazia a ponte entre policiais e traficantes.

O segundo agente é Eduardo Jorge Ferreira do Egito, conhecido como "Mão Branca". O investigador é apontado como participante direto de subtrações de drogas e teria monitorado carregamentos, utilizado rastreadores e escondido drogas em casa.

Quem é quem no esquema

O principal apontado como operador do grupo criminoso é o investigador da Polícia Civil, Everton Rychelyson da Silva Aires, conhecido como "Bomba".

Conforme a decisão judicial que autorizou a operação e mostra a suposta participação do esquema, ele seria o elo entre policiais e traficantes, responsável por guardar drogas desviadas, negociar carregamentos de cocaína e skunk, organizar a contabilidade clandestina, orientar integrantes do grupo sobre lavagem de dinheiro e até atuar em esquemas paralelos de importação irregular de mercadorias e comercialização de anabolizantes.

O documento também menciona movimentações financeiras consideradas incompatíveis com sua renda e diversas transações com suspeitos ligados ao tráfico.

Eduardo Jorge Ferreira - agente da Polícia Civil

Também conforme a decisão, outro personagem do esquema é o investigador Eduardo Jorge Ferreira do Egito, conhecido como "Mão Branca".

O documento judicial afirma que ele participava diretamente das ações de subtração de drogas, monitorava carregamentos de facções, manipulava rastreadores instalados em veículos e armazenava entorpecentes em sua residência.

O documento destaca ainda movimentações financeiras milionárias, relações comerciais consideradas suspeitas e mecanismos de ocultação patrimonial por meio de empresas e terceiros.

João Wicttor Alves de Lima, Brendo Roberth e Paulo Ricardo - integrantes do grupo criminoso

Outro apontado pela investigação é João Wicttor Alves de Lima, conhecido como "Vitor", que a Justiça coloca como responsável por armazenar, refinar e comercializar drogas fornecidas pelos policiais, além de realizar transferências financeiras para integrantes do esquema.

Brendo Roberth Fernandes Sobral, o "Breno", seria subordinado de João Wicttor e atuaria na guarda, refino e distribuição dos entorpecentes. Já Paulo Ricardo Barbosa de Souza, conhecido como "Galinha", é apontado como informante dos policiais e distribuidor de drogas, fornecendo informações sobre depósitos de facções rivais em troca de parte das cargas desviadas, além de participar da movimentação financeira do grupo por meio de empresas próprias.

José Alexandrino de Lira Júnior - chefe de distribuição de carregamentos de drogas

Com atuação principalmente voltada para o Sertão da Paraíba, José Alexandrino de Lira Júnior, conhecido como "Júnior Lira", é descrito como líder da distribuição de grandes carregamentos de drogas na região etambém no Rio Grande do Norte, financiando remessas interestaduais e mantendo relações diretas com Everton, citado anteriormente.

Dankennedy Vieira - integrante de facção criminosa

A decisão também menciona Dankennedy Vieira Brito da Silva, conhecido como "Babau", integrante da facção criminosa Nova Okaida. Segundo a investigação, ele teria sido uma das vítimas do desvio de drogas praticado pelos policiais e foi quem divulgou imagens nas redes sociais que deram origem às apurações. Ele foi o único que não foi preso no cumprimento do mandado de prisão. Todos os outros citados anteriormente, foram presos

Via: G1 - Patos Online

Lula afirma que filho terá que provar inocência perante a PF: " Não vão usar meu cargo para proteger"

 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse, na última quarta-feira (30), que o filho Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, alvo de uma investigação da Polícia Federal (PF), não terá privilégios e que ele não usará o cargo para protegê-lo.

"Quando eu vejo essas barbaridades faladas contra o meu filho, se meu filho for acusado de qualquer coisa, ele será tratado como filho de qualquer pessoa, como eu seria tratado. Não haverá nenhum privilégio. Eu jamais pedirei para um delegado, um juiz, não fazer as coisas corretas", afirmou.

Lula disse ainda que o apoio ao filho está condicionado à conduta dele. "Se ele estiver certo, ele vai ter ajuda minha; se fizer coisa errada, ele sabe o que eu passei. Não vão usar meu cargo para proteger. Ele vai ter que comprovar que é inocente, como eu provei, vai ter que provar. E se for culpado, vai ter que pagar o que todo mundo paga quando erra", acrescentou.

O presidente afirmou que o filho não fugirá da Justiça. "Ele jura para mim todo dia. Se for julgado, ele vira para cá, não vai ficar escondido não", afirmou.

Via: Bnews

Polícia estoura boca de fumo no Centro de Tuparetama


 Após trabalho de inteligência, a Polícia militar de Pernambuco identificou que uma casa, na região central de Tuparetama estava servindo como ponto de comercialização de drogas, inclusive no local residia um menor infrator identificado pelas inicias C.G.S.A.

Segundo informações repassadas pela polícia, no local havia adolescentes fazendo uso de entorpecentes, sendo este local já conhecido como ponto de comercialização de drogas.

No endereço, a companheira do menor infrator, identificada pelas inicias N.R.S informou que o mesmo não se encontrava na residência, relatando ainda que ele comercializava drogas no local.

Após autorizar a entrada da equipe policial, conduziu o efetivo ao quarto do suspeito, onde foram localizadas 35 pedras e um invólucro, ambos de crack, pesando aproximadamente 10 gramas e a quantia de R$ 762,20 em espécie, pertencente ao menor infrator, conforme relato da envolvida.

Diante dos fatos, a envolvida e todo o material apreendido foi apresentado na Delegacia de Polícia Civil, para serem tomadas as medidas cabíveis.


Via: Blog do Erbi

SERTÃO: COMERCIANTE É ASSASSINADO A TIROS DENTRO DE DISTRIBUIDORA DE BEBIDAS

 

Um comerciante de 31 anos foi assassinado a tiros na noite desta quinta-feira (30), no bairro Pedra Linda, em Petrolina, no Sertão de Pernambuco.

A vítima foi identificada como José Edeilton Pinheiro da Silva, proprietário de uma distribuidora de bebidas onde ocorreu o crime. Segundo informações, ele foi atingido pelos disparos e chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos e morreu quando estava sendo levado para uma unidade hospitalar.

De acordo com informações repassadas pela Polícia Civil, as primeiras diligências indicam que o autor do homicídio utilizava roupas que dificultavam sua identificação. Após efetuar os disparos, ele fugiu do local.

Equipes policiais realizaram os primeiros levantamentos e recolheram imagens de câmeras de segurança, além de outros elementos que podem ajudar na identificação do suspeito e no esclarecimento das circunstâncias do assassinato.

O caso está sendo investigado pela 25ª Delegacia de Homicídios de Petrolina, que trabalha para identificar o autor, descobrir a motivação e reunir provas que possam auxiliar na conclusão do inquérito.

Via: Blog O Povo com a Notícia

Já estar na conta o pagamento de julho para servidores municipais


 O Governo Municipal de Itapetim (PE) realizou, nesta sexta-feira (31), o pagamento referente ao mês de julho para os servidores municipais ativos, aposentados, pensionistas e integrantes do Conselho Tutelar.

A medida reforça o compromisso da gestão municipal com a valorização dos servidores e com a manutenção da folha de pagamento em dia, contribuindo também para o fortalecimento da economia e do comércio local.

Com responsabilidade e planejamento, o Governo Municipal segue trabalhando para promover avanços para o município.


Via: Blog do Erbi

Mais de 20 socos: Influenciadora se explica após namorado agredir jovem em condomínio: 'me chamou de tudo quanto é nome'

 

O nome da influenciadora Aline Mineiro está sendo um dos mais comentados na web desde que um vídeo no qual exibe seu namorado agredindo um jovem de 20 anos durante uma discussão em um condomínio de São Paulo circulou nas redes sociais. Em entrevista ao Hoje em Dia, a ex-panicat explicou que, no momento em que retornou da feira, encontrou sua mãe abalada depois de ser agredida verbalmente por um homem desconhecido. 

De acordo com o R7, a situação ficou mais calorosa quando a influenciadora questionou o rapaz, que se aproximou novamente e proferiu novos insultos, desta vez, diretamente a ela. Sentindo-se ameaçada, Aline deixou o local e comunicou o episódio ao namorado. 

“Ele me chamou de tudo quanto é nome, falou que eu nem deveria existir, que era um lixo”, pontuou. “Ele estava extremamente nervoso”, contou a influenciadora. 

O novo encontro aconteceu no hall de entrada do condomínio. A interação evoluiu para uma briga física entre a dupla, que precisou da intervenção de quem estava no local. O episódio está sendo investigado por injúria e lesão corporal no 11º Distrito Policial de São Paulo.

“Quando eu cheguei perto dele, ele armou um movimento de que ia me agredir, meu namorado estava atrás”, disse antes de completar: “meu namorado foi em reação de legítima defesa”. 

“Se meu namorado não estivesse comigo, provavelmente esse homem iria me bater.”, sugeriu.  


A briga

O namorado da influenciadora Aline Mineiro, Nelson Mesquita Neto, agrediu um jovem de 20 anos em um condomínio residencial da Zona Sul de São Paulo. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública confirmou a situação, que aconteceu na noite da última terça-feira (28). 

Conforme a SSP-SP, o jovem teria ofendido a ex-panicat e sua mãe, o que teria provocado uma discussão entre ele e o namorado da influenciadora. Depois da troca de ofensas, a briga evoluiu para agressão. 
No momento em que agentes de segurança chegaram ao condomínio para atender à ocorrência, constataram que a vítima havia sido socorrida para o Hospital Albert Einstein, em São Paulo. 

Via: Bnews

Nordeste: Pastor que utilizava igreja para lavar dinheiro do tráfico de droga acumula quase 100 anos de prisão

 

Geraldo dos Santos Filho, também conhecido como pastor Júnior – Foto: Reprodução

O pastor Geraldo dos Santos Filho, conhecido como Pastor Júnior, recebeu uma nova condenação por lavagem de dinheiro no âmbito da Operação Plata. Com a decisão, as penas acumuladas contra ele chegam a 98 anos, 1 mês e 25 dias de reclusão.

A nova sentença foi obtida pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) e proferida pela Unidade Judiciária de Delitos de Organizações Criminosas (UJUDOCrim). A decisão alcançou seis réus acusados de participar de um esquema de ocultação e dissimulação de recursos provenientes do tráfico de drogas.

Segundo as investigações, o grupo utilizava imóveis, fazendas, veículos, estabelecimentos comerciais e igrejas evangélicas para esconder a origem ilícita dos recursos. Geraldo e sua mulher teriam aberto pelo menos sete igrejas no Rio Grande do Norte e em São Paulo, algumas delas alvo de mandados de busca e apreensão durante a Operação Plata.

Nesta nova ação penal, Geraldo dos Santos Filho foi condenado por nove atos de lavagem de dinheiro. A pena foi fixada em 6 anos, 9 meses e 20 dias de reclusão, em regime fechado.

Antes dessa decisão, as condenações contra Pastor Júnior já somavam 91 anos, 4 meses e 5 dias. O MPRN apontou que ele atuava como intermediário financeiro e de comunicação para o irmão, Valdeci Alves dos Santos, coordenando movimentações de dinheiro, depósitos fracionados e aquisições de imóveis em nome de terceiros.

Familiares eram usados como intermediários

De acordo com o Ministério Público, Geraldo e Valdeci coordenavam a destinação dos bens adquiridos com dinheiro ilícito e utilizavam familiares e pessoas próximas como intermediários, os chamados “laranjas”, para comprar, registrar e transferir imóveis.

O objetivo era ocultar a verdadeira propriedade dos bens e dificultar a identificação da origem dos recursos provenientes do tráfico de drogas.

Valdeci Alves também foi condenado por sete atos de lavagem de capitais. A nova pena foi estabelecida em 6 anos, 9 meses e 20 dias de reclusão, em regime fechado. Somadas as condenações anteriores, ele acumula 31 anos, 10 meses e 20 dias de prisão.

Jefferson Santos da Silva recebeu pena de 6 anos de reclusão, em regime semiaberto, por sete atos de lavagem de capitais e pelo crime de associação criminosa.

Francisca Neta dos Santos foi condenada por quatro atos de lavagem de dinheiro e associação criminosa. A pena foi fixada em 4 anos e 9 meses de reclusão, também em regime semiaberto.

Roberto dos Santos e Érica Cristina da Silva foram condenados, cada um, a 3 anos e 6 meses de reclusão por dois atos de lavagem de dinheiro. As penas, inicialmente estabelecidas em regime aberto, foram substituídas por medidas restritivas de direitos. Érica foi absolvida da acusação de associação criminosa.

Os acusados Aline da Silva Alves França, Jean Carlos da Silva Santos, Ingrid Daniely Vale dos Santos e Matheus Viana Alves dos Santos foram absolvidos de todas as acusações apresentadas nesta ação.

A decisão judicial também determinou a perda, em favor da União, dos bens, direitos e valores vinculados aos condenados. A Justiça também autorizou a venda antecipada dos bens sequestrados durante as investigações, com o objetivo de evitar a deterioração e a desvalorização do patrimônio.

Apesar das condenações, os réus receberam o direito de recorrer da sentença em liberdade.

Operação Plata

A operação foi destinada a responsabilizar envolvidos em esquema de ocultação e dissimulação de recursos oriundos de infrações penais vinculadas ao tráfico de drogas e ao Primeiro Comando da Capital (PCC).

As investigações, conduzidas pelo MPRN, revelaram que o grupo utilizava uma rede de contatos para fracionar depósitos e distribuir dinheiro em espécie, evitando a identificação pelo sistema financeiro. As provas integradas ao processo incluem relatórios patrimoniais, quebras de sigilo bancário e fiscal, além de dados obtidos em interceptações telefônicas e buscas e apreensões.

Via: Blog do Barreto

Notícia de fechamento da agência Sicoob Tabira é falsa

 

O blog apurou ser falsa a informação do fechamento da agência do Sicoob Pernambuco em Tabira, diante da circulação de um print em redes sociais.

Pelo que o blog apurou, não há nenhuma discussão nesse sentido, já que a unidade é tida como estratégica diante do potencial da Cidade das Tradições para o cooperativismo financeiro.  Estariam apurando responsabilidades e medidas em torno da circulação da notícia falsa.

A unidade segue atendendo de segunda a sexta, das 10h às 15h na Praça Gonçalo Gomes, 06, Centro.

Ao contrário, o Sicoob Pernambuco tem expandido suas operações no Estado, como na nova unidade de Petrolina e ampliação das operações em Garanhuns, com uma segunda unidade.

 

Colisão entre carro e carreta deixa dois mortos e dois feridos na BR-230, entre Pombal e Catolé do Rocha

Foto: reprodução

 Duas pessoas morreram e outras duas ficaram feridas em um grave acidente registrado na noite desta quinta-feira (30), na BR-230, entre os municípios de Pombal e a saída para a PB-325, no Sertão da Paraíba. A colisão envolveu um carro de passeio, modelo Fiat Siena, placa de Pombal, e uma carreta, modelo Mercedes-Benz Actros, placa de Serra, Espírito Santo, que tombou durante uma manobra em um trevo da rodovia.

De acordo com informações repassadas ao Patos Online pela 2ª Companhia Independente de Bombeiro Militar (2ª CIBM), sediada em Pombal, a ocorrência foi registrada por volta das 19h. Conforme as informações preliminares, a carreta seguia no sentido Catolé do Rocha–Pombal e realizava uma conversão no trevo quando tombou sobre a pista. Pouco depois, o veículo de passeio que trafegava pela rodovia não conseguiu evitar a colisão contra a carreta.

No carro estavam o pastor evangélico Daniel Pereira Lúcio, de 46 anos, que morreu ainda no local, sua esposa, Maria Raquel Araújo da Silva, de 60 anos, que chegou a ser socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), mas não resistiu aos ferimentos no hospital, e o também pastor Francisco Aucivan de Moura, de 48 anos, que sofreu traumatismo cranioencefálico (TCE) moderado e foi encaminhado para atendimento médico.

O motorista da carreta, identificado como Mariano Pereira Gomes, sofreu apenas ferimentos leves. Ele foi atendido no local por uma equipe do SAMU.

Quando os bombeiros chegaram ao local, encontraram o condutor do carro sendo atendido por socorristas, enquanto o passageiro já estava sem vida no interior do veículo. Em razão da necessidade de preservação da cena para os trabalhos periciais, o corpo permaneceu no local até a chegada das equipes da Polícia Civil.

A ocorrência mobilizou equipes do Corpo de Bombeiros, SAMU, Polícia Militar e, posteriormente, da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da Polícia Civil, responsáveis pelos procedimentos de perícia e investigação das circunstâncias do acidente.

O Corpo de Bombeiros realizou o isolamento da área e o controle do tráfego durante o atendimento da ocorrência. As causas da colisão serão apuradas pelas autoridades competentes.

Por Patos Online

Pernambuco é o 2º estado que mais mata pessoas LGBTQIAPN+ no Brasil, aponta relatório

 

A violência contra a população LGBTQIAPN+ é uma realidade dura e persistente em todo o país. O novo Anuário Brasileiro de Segurança Pública mostra que, das 24 unidades da federação que apresentaram dados, Pernambuco é a segunda que mais registra homicídios dolosos contra essa população, com 24 casos em 2025.

Produzido pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, o relatório aponta que, em comparação com 2024, o Brasil teve um aumento de 15,18% em 2025 no registro dos crimes de racismo por homofobia ou transfobia, lesão corporal dolosa, homicídio doloso e estupros contra pessoas LGBTQIAPN+.

Além do balanço, o anuário evidencia problemas graves no registro e manuseio desses dados pelo sistema de segurança brasileiro, ocasionando a subnotificação e uma falsa impressão de que o cenário é menos preocupante do que de fato é.

Crimes de LGBTfobia crescem

O país não tem uma lei específica para criminalizar a LGBTfobia. Em 2019, o Supremo Tribunal Federal (STF) entendeu que isso, por si só, já é uma violação aos direitos dessa população e decidiu equiparar a homotransfobia ao crime de racismo, enquadrando-a na Lei nº 7.716/1989. Por isso a nomenclatura "racismo por homofobia ou transfobia".

O enquadramento de racismo por homotransfobia se dá por diferentes atitudes preconceituosas. Elas incluem ofensas verbais, como xingamentos, uso de termos ofensivos e humilhações, mas também quando há discriminação, recusa de atendimento ou emprego e incitação ao ódio contra essa população.

Esse crime foi o que mais disparou nas estatísticas. Em 2025, foram 3.481 no país, ante os 2.567 de 2024, representando um aumento de 35,6%.

De todas as unidades da federação que forneceram dados para o relatório, Pernambuco é a segunda que mais registrou lesões corporais dolosas (695 casos) e também a segunda que mais matou pessoas LGBTQIAPN+ (24 casos), ficando atrás somente do Rio Grande do Sul e Minas Gerais, respectivamente.

O Fórum extraiu esses dados do sistema de segurança da Secretaria de Defesa Social de Pernambuco (SDS-PE). Os números mostram que também houve um aumento de 28,1% (123 casos) de racismo por homotransfobia e de 7% (46 casos) de estupros cujas vítimas eram LGBT (sigla reduzida). Em ordem, o estado está entre os 10 mais violentos do país quando não se é heterossexual ou cisgênero. Veja:

2° em lesão corporal dolosa;

2° em homicídio doloso;

4° em estupros;

7° em racismo por homofobia ou transfobia.

Procurada pelo JC, a Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Prevenção à Violência de Pernambuco (SJDH-PE) afirma que "acompanha os indicadores de violência com responsabilidade, transparência e compromisso permanente com a promoção e a defesa dos direitos humanos".

A nota da Secretaria também pontua que o Anuário é um importante "instrumento de análise da realidade nacional", e que "Pernambuco vem fortalecendo sua rede de proteção, prevenção e promoção de direitos, especialmente por meio da interiorização das ações, da ampliação dos espaços de participação social e do monitoramento permanente das políticas públicas".

Brasil negligencia o tratamento de dados

Mas há uma informação no relatório que chama a atenção por seguir um caminho inverso: o registro de homicídios caiu em 14,2%. Mas, de acordo com o anuário, isso não significa necessariamente uma melhora no cenário.

É apontado que o sistema de segurança pública é pouco eficiente no registro dos crimes contra a população LGBTQIAPN+, ocasionando numa subnotificação. Isso acontece por diferentes fatores, tais como:

Estados que não registram os casos de homotransfobia;

Falta de padronização nacional;

Formulários que não incluem (ou não obrigam o preenchimento) dos campos de "identidade de gênero" e "orientação sexual", por exemplo;

Registros sem a análise de gênero e sexualidade, de modo que os casos não sejam enquadrados como preconceito;

Falta de confiança das vítimas em expor essas informações para autoridades da segurança pública;

Falta de denúncias.

Isso implica dizer que os dados não informam a real dimensão da violência sofrida. "Temos então uma tensão, de um lado, da violência vivida, que aparece na experiência da vítima e, de outro, da violência reconhecida, que vai depender da capacidade estatal de nomear o fato de forma consistente", diz o relatório.

O Rio de Janeiro, que é o 3° estado mais populoso do país, não informou nenhum registro de crimes contra pessoas LGBTQIAPN+. São Paulo, por sua vez, não soube informar os números de lesão corporal dolosa e de homicídio doloso.

Como Pernambuco registra os casos?

Ao Jornal do Commercio, a SDS-PE pontua que Pernambuco não foi diretamente criticado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública no que tange ao sistema de registro desses crimes.

"A SDS acompanha continuamente o aperfeiçoamento dos sistemas de informação da segurança pública e das rotinas de registro, em consonância com a legislação vigente e com as diretrizes nacionais", disse trecho da nota. O estado forneceu os dados de todas as categorias solicitadas para a elaboração do relatório, bem como soube apresentar o comparativo com 2024.

Questionados acerca do atendimento nos balcões das delegacias, problema nacionalmente apontado pelo Fórum no relatório, a Polícia Civil de Pernambuco (PCPE) afirma que "o Boletim de Ocorrência possui campos específicos para o registro de informações relacionadas à orientação sexual, identidade de gênero e à possível motivação por LGBTfobia".

Todavia, não são campos obrigatórios. A entidade afirma que os agentes de segurança são instruídos a fazer a triagem e preencherem os campos "sempre que tais informações forem pertinentes aos fatos apresentados, contribuindo para a correta caracterização da ocorrência".

CONDUTOR SEM HABILITAÇÃO É DETIDO POR EMPINAR MOTOS EM AFOGADOS DA INGAZEIRA

Imagem via internet O efetivo do 23º BPM, durante patrulhamento, foi acionado pelo Graduado de Operações, o qual havia visualizado o imputad...