O rapaz entrou na justiça e, segundo o jornal Folha de São Paulo, o tribunal entendeu que, apesar de não proferir ofensas, a dona do grupo se divertiu com a situação e não utilizou do seu poder de remover quem proferiu as ofensas do espaço. A decisão inédita abriu jurisprudência na justiça brasileira. O advogado da ré afirmou que não vai recorrer à decisão. *Com informações da Folha de S. Paulo.
quinta-feira, 2 de agosto de 2018
Jovem é condenada por permitir bullying em grupo de Whatsapp criado por ela
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