Um policial de 38 anos é suspeito de atirar na mão da ex-companheira após descobrir que não era o pai biológico da criança que havia registrado em seu nome no cartório. O fato aconteceu na noite de sábado (03/10), em Santa Rita do Trivelato/MT. As informações são do O Dia/IG.
Segundo boletim de ocorrência, a vítima chamou o ex-marido, com quem tinha terminado o relacionamento há cerca de 15 dias, para conversar e mostrar um exame de DNA comprovando que ele não era pai da filha registrada em cartório.
O ex-marido da vítima e o policial entraram em contato com a mulher, que chegou na frente do residencial de carro, acompanhada do atual namorado.
Muito irritado, o militar ameaçou o novo companheiro da vítima, dizendo para ele 'sumir' e disparando tiros para o alto. Os dois iniciaram uma discussão e, ao entrar em luta corporal, o policial atirou na mão da ex-companheira.
A vítima foi encaminhada por testemunhas até uma UPA (Unidade de Pronto Atendimento) e a criança foi entregue aos cuidados da avó materna.
Após o crime, o policial se apresentou ao quartel da cidade de Nova Mutum. Ele foi afastado das atividades na polícia e levado até a delegacia, mas não foi preso.
Em nota, a Polícia Militar disse já informou a Corregedoria Geral da PMMT sobre o ocorrido e a instauração de procedimento para apurar a conduta do policial em questão.
Leia abaixo a nota, na íntegra:
“O Comando do 26º Batalhão de Polícia Militar de Nova Mutum informa que afastou das atividades operacionais o soldado envolvido no crime de lesão corporal ocorrido no último sábado(03.10), na cidade de Santa Rita do Trivelato (441 km de Cuiabá), que teve como vítima uma mulher de 38 anos. Informa que o fato ocorreu no horário de folga do policial, portanto não se trata de crime militar. Todavia, já informou a Corregedoria Geral da PMMT sobre o ocorrido e a instauração de procedimento para apurar a conduta do policial em questão. O policial se apresentou no quartel da PM em Nova Mutum e em seguida foi apresentado pela autoridade militar na Delegacia da Polícia Civil, onde devem ser tomadas as providências na esfera criminal.”

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