domingo, 26 de setembro de 2021

Médico assassinado já havia sido ameaçado após denunciar pedofilia

 A Polícia Civil da Bahia investiga se há relação entre o assassinato do médico pediatra Júlio Cezar de Queiroz Teixeira, de 44 anos, e uma denúncia que ele fez em 2016, quando identificou sinais de abuso sexual em um paciente menor de 12 anos. As informações são do Metrópoles.

Júlio foi executado a tiros, dentro da própria clínica particular, no município da Barra, oeste baiano, na manhã da última quinta-feira (23/09).

    Arquivo pessoal/Instagram

Imagens de câmeras de segurança mostram o atirador fugindo na garupa de um moto-táxi.

Parentes do pediatra relataram para a reportagem da afiliada da Globo na Bahia que o médico chegou a sofrer ameaças, depois de ter denunciado uma suspeita de abuso sexual contra uma criança para a família da vítima.

A denúncia foi feita em 2016 e Júlio não chegou a prestar queixa em relação às ameaças que sofreu. A Polícia Civil vai agora investigar se a denúncia pode ter motivado o assassinato.

Esse paciente com suspeita de ser vítima de pedofilia foi atendido em Buritirama, outro município do oeste Baiano. O médico era muito querido nas cidades onde realizava atendimento e sua morte provocou revolta na população.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Mais de 66 mil pessoas esperam consultas para diagnóstico de autismo em Pernambuco, aponta TCE

Unrecognizable little girl making words from colorful plastic letters during meeting with psychologist, child development specialist exercis...