
É preciso um microscópio para ver o design da bolsa: ela mede apenas 657 x 222 x 700 micrômetros. A bolsa exibe o logotipo da luxuosa Louis Vuitton, mas não é fruto de uma parceria com a grife.
O diretor criativo do coletivo de arte MSCHF, responsável pela bolsa, Kevin Wiesner, disse ao jornal norte-americano New York Times que não pediu permissão à empresa Louis Vuitton para usar sua marca. “Somos grandes na escola ‘peça perdão, não permissão'”, disse ele.
Bolsa menor que grão de sal de R$ 310 mil pode passar por uma agulha

Para facilitar a vida do comprador, um microscópio com visor digital foi incluído na compra. Esse tipo de instrumento é vendido nos Estados Unidos a partir de US$ 60 (cerca de R$ 288), mas pode ultrapassar os milhares de dólares.
“Estreita o suficiente para passar pelo buraco de uma agulha, esta é uma bolsa tão pequena que você precisará de um microscópio para vê-la”, afirmou o MSCHF. O coletivo fica no distrito do Brooklyn, em Nova Iorque, e é conhecido por projetos controversos: como sapatos com sangue humano e tênis com água benta nas solas.
“Existem bolsas grandes, bolsas normais e bolsas pequenas, mas esta é a palavra final na miniaturização das bolsas”, disse o coletivo de arte em uma publicação.
A bolsa foi produzida com uma impressora 3D e é feita de resina de fotopolímero. Por serem minúsculas, algumas amostras da bolsa menor que grão de sal foram perdidas no período de produção pela equipe do MSCHF.
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