Investigadores da 6ª Delegacia de Polícia (Paranoá) começaram a se debruçar sobre o caso no início deste mês, após denúncia anônima do pastor da igreja da qual ele dizia fazer parte. O religioso desconfiou do comportamento de Gilmar, que levava menores de 18 anos para “orar e cantar” em sua casa. De acordo com a PCDF, o pedófilo cometia os crimes contra meninas e meninos.
Muitos familiares de vítimas procuraram a unidade policial após relatos de estupros sofridos por seus filhos. Segundo a delegada-chefe da 6ª DP, Jane Klébia, há cinco casos confirmados e suspeita de vários outros.
“Gilmar dava dinheiro, presentes, lanches e oferecia videogames aos meninos. Ele alegava receber ordem de anjos para praticar os abusos”, diz a delegada.
Mutilação
Conforme revelaram as investigações, as adolescentes abusadas por Gilmar passaram a mutilar os próprios corpos, cortando-os com gilete. Uma delas escreveu: “A culpa é do Gilmar” na própria coxa. Outra redigiu uma carta de despedida com a intenção de cometer suicídio, por causa dos abusossofridos.

Nenhum comentário:
Postar um comentário